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Melhores discursos da votação do impeachment

Para relembrar os melhores discursos na votação do dia 17/04/2016:

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13 contradições clássicas da doutrina esquerdista

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Jean Wyllys, deputado do PSOL (partido de pirocas), fantasiado de Che Guevara. Quer contradição maior que um homossexual homenageando um guerrilheiro assassino de gays?

Mesmo as pessoas que não se interessam por política percebem claramente que seus princípios se mostram confusos e contraditórios, com milhares de inconsistências. Neste post, os abordarei de forma bem-humorada e descomplicada, de forma a ser entendido por qualquer pessoa.

Vamos fazer uma breve lista, a qual poderia se estender a milhares de itens facilmente:

1 – Esquerdistas são antiamericanos por natureza. Mas na iminência do impeachment, Dilma Rousseff e sua corja foram pedir ajuda aos ianques na ONU, difamando o povo brasileiro e fazendo afirmações mentirosas sobre seu processo de impedimento. Após a análise jurídica, não colou e ela ficou desmoralizada.

2 – Marxistas afirmam que a religião é o ópio do povo. Recentemente, a atriz Letícia Sabatella foi ao Vaticano pedir ajuda ao Papa Francisco para tentar salvar a pele de Dilma e sua boquinha na Lei Rouanet. Em resposta, o pontífice rezou um Pai Nosso, uma Ave Maria e fez um discurso desejando paz e harmonia no Brasil. Esquerdistas se dizes ateus, mas quando estão em apuros sempre recorrem a Deus.

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Foro de São Paulo: o plano maligno que a esquerda esconde do Brasil

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No post anterior, relatei que os 5% de brasileiros mais abastados possuem riquezas, diplomas e prestígio social, mas são semianalfabetos políticos. Leia a matéria aqui. Mesmo com a conta bancária recheada e a parede forrada de diplomas de especialização, mestrado e doutorado, ignoram os findamentos mais elementares de política e julgam saber muito, mas perdem de lavada dos mais humildes no aprendizado sobre o funcionamento da máquina estatal.

Têm enorme dificuldade de engolir o orgulho de admitir o quanto ignoram a teoria política se limitam a repetir chavões e mentiras propagadas pela publicidade governista, professores doutrinados pelo MEC, pela Rede Globo e pela mídia prostituída pela verba de propaganda da “Pátria Educadora” e produzida por jornalistas esquerdistas. A elite brasileira tem uma enorme dificuldade em reconhecer o quanto são manipulados por supostos “intelectuais” e aceitam suas mentiras como dogmas absolutos, impassíveis de questionamento. Um deles é o tema desse post:

O FORO DE SÃO PAULO

Dessas pessoas “superqualificadas”, do alto de seus diplomas de doutores e cargos de presidente, vice-presidente, juízes e proprietários, não conheci uma que soubesse o que é o Foro de São Paulo. Os poucos que conhecem, e reconhecem seu enorme potencial destrutivo, são estudiosos de ciências políticas com viés liberal e/ou conservador (como eu), e gritam aos quatro ventos o perigo desse esquema criminoso. Por que não são ouvidos? A explicação segue abaixo.

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Recado aos cidadãos mais abastados e instruídos do Brasil

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A grave crise econômica e política no Brasil tem trazido maior interesse da população como um todo sobre assuntos políticos. Escrevendo artigos sobre o tema, converso com pessoas de todas as cores, raças, crenças, formações, estilos de vida e classes sociais. Normalmente, os mais humildes se mostram mais abertos ao diálogo e tendem a não defender nenhum partido ou político, e tendem a ter maior vontade de aprender sobre o tema, dado os enormes problemas que os governantes atuais causaram para eles.
Posto isso, os mais humildes entendem com facilidade que uma sociedade com menos cargos comissionados e empresas públicas para políticos poderem roubar e usar como barganha faz bem para a sociedade. Pobres se mostram mais abertos às ideias liberais e as compreendem com clareza. No debate político, a vergonha do Brasil é outro grupo:
PESSOAS COM BOA FORMAÇÃO ACADÊMICA, BOA COLOCAÇÃO PROFISSIONAL E QUE SE ENCAIXAM NOS 10% MAIS RICOS DO PAÍS, MAS QUE SÃO SEMI-ANALFABETOS POLÍTICOS
Desta vez, não falo dos estudantes e professores de história, ciências sociais, filosofia ou outros cursos da área, pois esses foram corrompidos pelo marxismo de forma irrecuperável, na esmagadora maioria das vezes. Por serem um grupo social minúsculo e terem a mente fechada a tudo que não faz parte da religião  cultura marxista, não há possibilidade de diálogo. Estão descartados, pois defendem um partido acima do Brasil.

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Estabilishment e estratégia das tesouras: os dois maiores riscos à democracia que escondem do Brasil

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A esquerda latino-americana esconde de seu povo um plano sórdido que tenta impor a toda a América Latina: implantar o comunismo em todos os países do continente. Criaram uma facção criminosa organização de líderes esquerdistas com o objetivo de promovê-lo: o Foro de São Paulo. Seus integrantes mais famosos são Lula, Dilma, FHC, Maduro, Evo Morales, Pepe Mujica, Fidel Castro, Rafael Correa e, pasmem, Barack Obama.

Você já deve estar pensando “FHC? Obama? Esse cara está viajando!” ou “Está na cara que é mentira. Americano comunista não existe!”. Mas a estratégia deles é essa mesma: comunistas radicais conquistarem apoio de outros supostamente mais moderados (que ficam na moita) e fazem o plano de dominação avançar. A união de esquerdistas marxistas, fabianos e progressistas se chama estabilishment, ou estamento burocrático.

Nos anos 60 e 70, empreenderam uma luta armada financiada pela União Soviética para dar golpes de estado e implantar ditaduras do proletariado ao modelo cubano, com a retirada de toda a liberdade e direitos dos cidadãos, fome, miséria e o assassinato de milhões de opositores. Fracassaram. Sofreram uma derrota vergonhosa da qual se ressentem até hoje.

Após a eliminação da ameaça comunista e a redemocratização, os políticos de todos os espectros da esquerda, dos trotskistas (extrema-esquerda) aos keynesianos (centro-esquerda). Fingem uma disputa pelo poder, mas têm um objetivo principal: manter a hegemonia do pensamento esquerdista e eliminar o diálogo com liberais, conservadores, libertários e anarco-capitalistas, os quais se posicionam claramente contra os planos de dominação estatal. Essa falsa oposição entre eles se chama estratégia das tesouras.

Suas principais armas para eliminar os pensamentos divergentes são o aparelhamento das universidades com professores marxistas, cooptação da mídia para divulgação de suas ideias e difamação de opositores, troca de favores com banqueiros e empresários poderosos e financiamento de movimentos sociais, mascarados com causas politicamente corretas para esconder sua real função: polícia político-ideológica. A URSS tinha a KGB, e Hitler tinha a Gestapo. A esquerda brasileira tem as universidades, a mídia e os movimentos sociais.

Entenda melhor no post Movimentos sociais: a versão petista da Gestapo.

Hoje estão no poder por meio do voto, e se servem da máquina estatal para se perpetuarem no poder e realizar seus objetivos maquiavélicos de implantação do comunismo na América Latina, também conhecida como Pátria Grande, via Foro de São Paulo. Para isso, precisam se certificar que apenas partidos e políticos de esquerda se mantenham no poder, o que eles têm obtido sucesso desde 1994, com a eleição de FHC, sem ser ameaçados por nenhum outsider do estamento burocrático desde então.

Quem faz parte do estabilishment, estamento burocrático, situação ou status quo? Todos os políticos do PT, PSDB,  PCdoB, Rede Sustentabilidade, PSOL, PSB, PCB, PSTU, PCO e sindicatos. Apesar de não serem explicitamente vinculados ao Foro de São Paulo, parte dos participantes do PV, PP, PMDB, PDT, PR, PRB, PSD, DEM, PEN, PHS e outros partidos nanicos. Como não possuem conteúdo programático forte e baixo controle sobre a vida pregressa de seus membros, existe a possibilidade de haver gramscistas infiltrados em seus quadros.

Quem não faz parte do esquema e são os famosos outsiders? Todos os integrantes do PSC, PRTB e NOVO, partidos declaradamente contra o Foro de São Paulo. Nos partidos da segunda categoria do parágrafo acima, é comum encontrar políticos declaradamente anticomunistas, como Ronaldo Caiado (DEM), Ana Amélia (PP), Eduardo Jorge (PV, um ex-comunista arrependido), Coronel Telhada (PSDB) e Magno Malta (PR), para citar alguns.

Resumindo: os outsiders não são identificados por partidos, mas pelas suas posições declaradas explicitamente contra o comunismo e o Foro de São Paulo. Os participantes do esquema raramente o admitem em público, assumindo postura lacônica quando questionados. Muitos afirmam que o esquema não existe para a imprensa, ao mesmo tempo que o defendem nas reuniões de seus partidos e com os integrantes latino-americanos.

A falsa polarização de dois partidos de esquerda, PT e PSDB, dita “estratégia das tesouras”, têm contribuído para o avanço do plano de implantação do marxismo cultural. Em todos os pleitos presidenciais há uma suposta “terceira via”, com candidatos também de esquerda, como Marina Silva (PT, PV, PSB, Rede), Eduardo Campos (PSB, morto em 2014 em um acidente aéreo), Ciro Gomes (PSB, PDT) ou Heloísa Helena (PSOL, Rede). Para o esquema, o importante é não haver a possibilidade de vitória de um candidato não vinculado ao Foro de São Paulo.

Nos Estados Unidos, um esquema parecido existe por lá. Formado pelos seus dois grandes partidos, Democratas e Republicanos, o estabilishment ianque serve à estratégia globalista que visa à realização dos objetivos da Nova Ordem Mundial, a versão global do Foro de São Paulo, operando de forma similar ao PT e PSDB por aqui. Fingem oposição apenas pela disputa pelo poder com sua estratégia das tesouras, de forma que o combate aos outsiders do esquema se mostram seus verdadeiros inimigos.

A ascensão de Donald Trump é a prova disso, pois ele luta contra os Democratas e os próprios políticos de seu partido, que combatem o magnata imobiliário por não pertencer ao esquema de dominação globalista e o combater abertamente. Ele sabe dos planos sórdidos da classe política e de seu potencial destrutivo para o povo americano e fala abertamente sobre eles, ferindo interesses de governantes, políticos e empresários ricos e poderosos.

No Brasil, não houve nenhuma ameaça real de vitória de um candidato de fora do estamento burocrático desde a redemocratização. No máximo, políticos centristas como Fernando Collor e Itamar Franco estiveram no poder, sem grande confronto às ideias de esquerda. Em 2014, havia apenas dois outsiders: Levy Fidelix (PRTB) e Pastor Everaldo (PSC), sem chances de vencer

Nas eleições de 2018, a deterioração da esquerda brasileira abre a chance da primeira vitória de um direitista legítimo em quase 30 anos. E haverá pelo menos quatro candidatos de direita: Ronaldo Caiado (DEM), Levy Fidelix (PRTB), o estreante João Amoêdo (NOVO) e aquele com maior apelo popular: Jair Bolsonaro (PSC), que já aparece com 11% das intenções de voto.

Apesar de divergências entre liberais e conservadores, todos prometem profundas mudanças na condução da economia brasileira. Mesmo o PMDB de Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha tendem a adotar o liberalismo para recuperar a economia arrasada por mais de duas décadas de intervencionismo estatal e gastos públicos irresponsáveis. Também não são simpáticos ao comunismo, ao Foro de São Paulo nem à Nova Ordem Mundial.

Por outro lado, o PMDB e outros partidos centristas e fisiológicos estão envolvidos nos esquemas de corrupção da situação (PT e linhas auxiliares) e da falsa oposição (PSDB e DEM), por isso devem ser enxotados do poder o quanto antes. Somente outsiders do mega-esquema de propinas e propagação do comunismo podem trazer verdadeiras mudanças, desde que não se rendam ao esquemão.

Com o aumento do debate político no Brasil, o aumento da difusão de informações se mostra fundamental para que o eleitor embase o seu voto de forma consciente, conhecendo todas as plataformas políticas e questões geopolíticas.

Saber o significado dos termos estabilishment, status quo, outsider, Foro de São Paulo, estratégia das tesouras e Nova Ordem Mundial consiste em conhecimento básico para apertar o botão confirma em uma urna.

O governo, a Globo, a mídia, os políticos e os seus professores nas escolas e universidades fazem de tudo para esconder a verdade do povo, da qual esses termos fazem parte. Ela precisa ser espalhada para construirmos um novo Brasil e eliminarmos os políticos atuais de seus cargos. Espalhe esse post para quem precisa abrir a cabeça para ideias novas.

O Brasil precisa que a verdade seja dita – Vídeo novíssimo de Jair Bolsonaro

Na luta para que o Brasil conheça a verdade sobre o período de intervenção militar, deflagrado pelo discurso de Jair Bolsonaro na votação do impeachment (veja o que ele disse neste link e neste), ele lançou este vídeo para explicar ao povo brasileiro o embasamento mais profundo de sua fala. Assista e faça o maior número possível de pessoas assistirem:

Veja também a versão de Carlos Albero Brilhante Ustra neste link.

Coronel Brilhante Ustra – A Verdade sobre 1964 [VÍDEO]

Entrevista com o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra contando a sua versão dos acontecimentos ocorridos na intervenção militar no Brasil e em toda a América Latina. Não podemos confiar apenas no PT e sua linhas auxiliares, na Globo, na imprensa e nos livros do MEC.