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Republicação: Natal e Ano Novo magrinho, magrinho – Por que vejo isso com bons olhos

A ingratidão é muito perigosa. Eu mesmo me pego algumas vezes reclamando das coisas, mas, paro por um instante e digo a mim mesmo, calma, poderia ser pior. Penso nas coisas importantes e impalpáveis que possuo, no que eu conquistei até o momento, e em silêncio, peço desculpas e agradeço. Mas confesso que manter a […]

via Natal e Ano Novo magrinho, magrinho —

Neste post de Leandro Tissiano, do blog Pro seu dia ficar melhor, o sentimento dominante no Brasil e no mundo mostra que passamos por um momento de profundas mudanças, migrando de um sistema falido que não funciona mais para um que ainda nos é desconhecido.

Diversos posts deste blog refletem o sentimento predominante no Brasil e no mundo. A cada 30 ou 40 anos, o país passa por um momento de indignação, reflexão e busca por mudanças. O último foi em meados dos anos 80, com o fim do comunismo e redemocratização do Brasil.

Estamos passando por outro período de disrupção, pedindo pela atualização do sistema político e econômico. Novas ideias estão surgindo, especialmente as de cunho liberal, pedindo por um Estado menor, mais eficiente e menos assistencialista. A questão reside no fato do extremo apego do brasileiro ao auxílio estatal e à dificuldade de quebrar alguns tabus, como o combate ao empreendedor, a dependência de saúde, educação e previdência estatais (comandados por políticos) e a redução do poder da classe política. O brasileiro precisa pegar de volta o controle do seu destino e tirá-lo das mãos dos políticos.

Apesar de tudo, tenho uma visão positiva de toda essa indignação e revolta, pois o sistema político atual está em lenta e paulatina derrocada, para se desintegrar em cerca de 10 anos. Por outro lado, o povo ainda não está preparado para o novo modelo e precisa estudar e se aprimorar muito para que a mudança ocorra plenamente. O esforço individual e a divulgação de novas ideias podem acelerar o processo, mas a derrota do establishment atual é inevitável.

O futuro está em nossas mãos. Não nas dos políticos.

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Os melhores marqueteiros da direita são os esquerdistas

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A esquerda é só amor e tolerância. A esquerda apoia o debate de ideias e aceita divergências. Este meme é a prova de eles amam a democracia, a liberdade de expressão e a diversidade.

No post mais popular da página Visão Distinta, A jogada de mestre de Bolsonaro na votação do impeachment, com mais de 20 mil acessos, recebi o seguinte comentário de um leitor de esquerda:

Seu imbecil…você e seu candidato apoiam a tortura de pessoas inteiramente por questões ideológicas…você percebe isso? você nem tá falando de torturar ladrões ou assassinos não, mas simplesmente torturar quem não pensa como vocês…se um Lula da vida implantasse uma ditadura esquerdista pra torturar conservadores, vc era o primeiro a se fuder… por essas e outras, que o seu candidato de merda nunca vai ganhar pra presidente…e vc pode zoar e ladrar a vontade, mas nada do que você fizer vai mudar essa realidade.

Ao que eu respondi, sempre com base nos princípios do livre debate:

“Estamos em uma democracia e chegou a hora de a esquerda se abrir para o debate para que se saiba A VERDADE, não só aquilo que interessa aos marxistas e fabianos do PT/PSOL/PCdoB/PSDB. Agora uma breve aula de história:

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EXPOR OS CRIMES DOS REVOLUCIONÁRIOS COMUNISTAS AO POVO BRASILEIRO. ESSE É O VERDADEIRO PAVOR DE DILMA ROUSSEFF.

kozel

O discurso de Jair Bolsonaro na votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff explicitou a urgência em revermos a história do Brasil. Ao citar a memória de um torturador de guerrilheiros golpistas, colocou o dedo em uma ferida dos marxistas e ressuscitou um tabu criado pela esequerda. Está sendo duramente perseguido por isso, como esperado. Não se pode mexer com um dogma sagrado dos petistas/psolistas/tucanos sem sofrer censura e reprovação da mídia alimentada a verba pública.

Em falas de quase todos os parlamentares que votaram contra o povo brasileiro, as palavras “democracia”, “constituição”, “voto popular” e “liberdade”, foram usadas por políticos que pegaram em armas para transformar o Brasil em uma grande Cuba e defenderam torturadores de esquerda como Lamarca, Marighella e Che Guevara, sem sofrer censura alguma por parte da mídia e da opinião popular. Conseguiram manipular a consciência coletiva. Esse tabu precisa ser quebrado.

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