Arquivo da tag: Lula

Após a condenação de Lula, só resta à esquerda distorcer a história

Ontem o juiz Sergio Moro calou a boca dos céticos, a turma do “A Lava Jato não vai dar em nada”.

Sergio Moro humilhou aqueles que advogavam pela impunidade de Lula nos crimes do maior esquema de corrupção da história da humanidade. São os mesmos que pegaram em armas para acabar com a democracia e implantar a ditadura do proletariado nos anos 60 e 70.

Perderam em 1964. Perderam de novo em 2017. Só lhes resta distorcer os fatos históricos em favor de seu plano de poder. 

Daqui a trinta anos, Sergio Moro será vilipendiado pela esquerda do mesmo modo que Carlos Alberto Brilhante Ustra é atualmente. Ambos derrotaram os mesmos bandidos.

Anúncios

O fato sobre a democracia que a esquerda reluta em aceitar 

​Em 1978, o General Ernesto Geisel afirmou: “Se é a vontade do povo, eu promoverei a abertura política do Brasil. Mas chegará um tempo no qual o povo sentirá saudades do período militar, pois muitos desses que lideram o fim do regime não visam o bem do povo, mas seus próprios interesses. “

Geisel disse isso em uma época em que os terroristas do VAR-PALMARES e ALN já haviam sido derrotados, e o comunismo estava em derrocada na URSS. Cumprindo sua missão de preservar o Brasil do socialismo, procederam à redemocratização sem resistência. 

Mas os militares sabiam quem eram os petistas, tucanos e demais esquerdistas que tomariam o poder, mas democratas que eram, respeitaram a vontade do povo. 

Hoje a profecia de Geisel se cumpriu e o povo brasileiro sente falta das coisas boas daquela época, como a saúde e educação de qualidade e, principalmente, o respeito à lei e a segurança pública que a esquerda nos roubou.

E hoje Sergio Moro está prendendo os mesmos bandidos que os militares prenderam naquele tempo. A profecia de Geisel se cumpriu.

Dilma Rousseff, Lula, FHC, José Serra, José Dirceu, José Genoino, Carlos Marighella, Carlos Lamarca, Vladimir Herzog etc caterva jamais lutaram por democracia. Lutaram pelo comunismo. Jamais pensaram no bem do povo, mas apenas no próprio bolso. Jamais colocaram o Brasil em primeiro lugar, mas sim seu projeto de poder e a revolução marxista. 

Hoje a máscara caiu e todos sabem quem são eles e quais as suas intenções. Os militares os colocaram na cadeia e depois os anistiaram. Agora os mesmos bandidos estão presos novamente, provando que o problema não era o regime, mas seu caráter. 

Se os terroristas comunistas de Lula e Dilma tivessem ganho, seríamos um Cubão. Agradeça a liberdade e democracia que temos hoje aos militares. Aceita que dói menos.

13 semelhanças da esquerda brasileira com o nazismo

lula = hitler esquerda nazista

Neste site há um consenso sobre a existência de duas versões da história: a oficial, falsa e manipulada para atender aos interesses dos políticos, da mídia e de todo o estamento burocrático, os quais lucram com a ignorância da população. E a versão secreta, verdadeira, a qual revela a verdade escondida pelos políticos e jornalistas e analisa os fatos e ideologias de forma racional e imparcial.

A versão oficial fala à exaustão que o nazismo é de direita, baseado na frase do propagandista nacional-socialista Joseph Goebbels, o grande inspirador de João Santana: “uma mentira dita mil vezes se torna verdade”. Lênin também utilizou tal estratégia. Porém, uma análise minuciosa e estruturada derruba a falácia de que nazismo e fascismo são de direita e o comunismo, de esquerda.

Leia também: Sempre que alguém chamar Bolsonaro de fascista ou nazista, responda com esses argumentos

Veja porquê o nazismo e o fascismo são de esquerda, assim como o comunismo, petismo e psolismo:

1 – O próprio nome do partido: a sigla política de Adolf Hitler se chamava Partido Nacional – SOCIALISTA dos Trabalhadores Alemães. Uma tradição que persiste até hoje entre os partidos de esquerda consiste em agregar as palavras “social”, “socialista”, “trabalhadores” e “trabalhista” em seus nomes. Se denominar socialista significa ser anticapitalista, anti-empresário e antiliberal, algo que Hitler e Mussolini eram, assim como o PT, PCdoB, PSOL e a esquerda brasileira.

Se um dos pilares da direita consiste no liberalismo econômico e Hitler era contra isso, por se denominar SOCIALISTA como o PT, o nacional-socialismo não pode ser de direita.

Continuar lendo

A melhor solução para o rombo deixado nas contas públicas por Dilma Rousseff

rombo nas contas públicas

O governo de Dilma Rousseff deixou um rombo nas contas públicas de R$ 170,684 bilhões de reais.

Dilma foi eleita com 54.501.118 votos.

Estes dois dados são a base da melhor solução para o rombo nas contas públicas deixado pelos governos do PT. Deixar os responsáveis por elegê-la pagar a conta.

A matemática é simples: R$ 170.684.000.000 / 54.501.118 = R$ 3.131,75.

Posto isso, a solução para tapar o buraco nas contas públicas é simples:

Continuar lendo

Estabilishment e estratégia das tesouras: os dois maiores riscos à democracia que escondem do Brasil

estrategia_das_tesouras_0

A esquerda latino-americana esconde de seu povo um plano sórdido que tenta impor a toda a América Latina: implantar o comunismo em todos os países do continente. Criaram uma facção criminosa organização de líderes esquerdistas com o objetivo de promovê-lo: o Foro de São Paulo. Seus integrantes mais famosos são Lula, Dilma, FHC, Maduro, Evo Morales, Pepe Mujica, Fidel Castro, Rafael Correa e, pasmem, Barack Obama.

Você já deve estar pensando “FHC? Obama? Esse cara está viajando!” ou “Está na cara que é mentira. Americano comunista não existe!”. Mas a estratégia deles é essa mesma: comunistas radicais conquistarem apoio de outros supostamente mais moderados (que ficam na moita) e fazem o plano de dominação avançar. A união de esquerdistas marxistas, fabianos e progressistas se chama estabilishment, ou estamento burocrático.

Nos anos 60 e 70, empreenderam uma luta armada financiada pela União Soviética para dar golpes de estado e implantar ditaduras do proletariado ao modelo cubano, com a retirada de toda a liberdade e direitos dos cidadãos, fome, miséria e o assassinato de milhões de opositores. Fracassaram. Sofreram uma derrota vergonhosa da qual se ressentem até hoje.

Após a eliminação da ameaça comunista e a redemocratização, os políticos de todos os espectros da esquerda, dos trotskistas (extrema-esquerda) aos keynesianos (centro-esquerda). Fingem uma disputa pelo poder, mas têm um objetivo principal: manter a hegemonia do pensamento esquerdista e eliminar o diálogo com liberais, conservadores, libertários e anarco-capitalistas, os quais se posicionam claramente contra os planos de dominação estatal. Essa falsa oposição entre eles se chama estratégia das tesouras.

Suas principais armas para eliminar os pensamentos divergentes são o aparelhamento das universidades com professores marxistas, cooptação da mídia para divulgação de suas ideias e difamação de opositores, troca de favores com banqueiros e empresários poderosos e financiamento de movimentos sociais, mascarados com causas politicamente corretas para esconder sua real função: polícia político-ideológica. A URSS tinha a KGB, e Hitler tinha a Gestapo. A esquerda brasileira tem as universidades, a mídia e os movimentos sociais.

Entenda melhor no post Movimentos sociais: a versão petista da Gestapo.

Hoje estão no poder por meio do voto, e se servem da máquina estatal para se perpetuarem no poder e realizar seus objetivos maquiavélicos de implantação do comunismo na América Latina, também conhecida como Pátria Grande, via Foro de São Paulo. Para isso, precisam se certificar que apenas partidos e políticos de esquerda se mantenham no poder, o que eles têm obtido sucesso desde 1994, com a eleição de FHC, sem ser ameaçados por nenhum outsider do estamento burocrático desde então.

Quem faz parte do estabilishment, estamento burocrático, situação ou status quo? Todos os políticos do PT, PSDB,  PCdoB, Rede Sustentabilidade, PSOL, PSB, PCB, PSTU, PCO e sindicatos. Apesar de não serem explicitamente vinculados ao Foro de São Paulo, parte dos participantes do PV, PP, PMDB, PDT, PR, PRB, PSD, DEM, PEN, PHS e outros partidos nanicos. Como não possuem conteúdo programático forte e baixo controle sobre a vida pregressa de seus membros, existe a possibilidade de haver gramscistas infiltrados em seus quadros.

Quem não faz parte do esquema e são os famosos outsiders? Todos os integrantes do PSC, PRTB e NOVO, partidos declaradamente contra o Foro de São Paulo. Nos partidos da segunda categoria do parágrafo acima, é comum encontrar políticos declaradamente anticomunistas, como Ronaldo Caiado (DEM), Ana Amélia (PP), Eduardo Jorge (PV, um ex-comunista arrependido), Coronel Telhada (PSDB) e Magno Malta (PR), para citar alguns.

Resumindo: os outsiders não são identificados por partidos, mas pelas suas posições declaradas explicitamente contra o comunismo e o Foro de São Paulo. Os participantes do esquema raramente o admitem em público, assumindo postura lacônica quando questionados. Muitos afirmam que o esquema não existe para a imprensa, ao mesmo tempo que o defendem nas reuniões de seus partidos e com os integrantes latino-americanos.

A falsa polarização de dois partidos de esquerda, PT e PSDB, dita “estratégia das tesouras”, têm contribuído para o avanço do plano de implantação do marxismo cultural. Em todos os pleitos presidenciais há uma suposta “terceira via”, com candidatos também de esquerda, como Marina Silva (PT, PV, PSB, Rede), Eduardo Campos (PSB, morto em 2014 em um acidente aéreo), Ciro Gomes (PSB, PDT) ou Heloísa Helena (PSOL, Rede). Para o esquema, o importante é não haver a possibilidade de vitória de um candidato não vinculado ao Foro de São Paulo.

Nos Estados Unidos, um esquema parecido existe por lá. Formado pelos seus dois grandes partidos, Democratas e Republicanos, o estabilishment ianque serve à estratégia globalista que visa à realização dos objetivos da Nova Ordem Mundial, a versão global do Foro de São Paulo, operando de forma similar ao PT e PSDB por aqui. Fingem oposição apenas pela disputa pelo poder com sua estratégia das tesouras, de forma que o combate aos outsiders do esquema se mostram seus verdadeiros inimigos.

A ascensão de Donald Trump é a prova disso, pois ele luta contra os Democratas e os próprios políticos de seu partido, que combatem o magnata imobiliário por não pertencer ao esquema de dominação globalista e o combater abertamente. Ele sabe dos planos sórdidos da classe política e de seu potencial destrutivo para o povo americano e fala abertamente sobre eles, ferindo interesses de governantes, políticos e empresários ricos e poderosos.

No Brasil, não houve nenhuma ameaça real de vitória de um candidato de fora do estamento burocrático desde a redemocratização. No máximo, políticos centristas como Fernando Collor e Itamar Franco estiveram no poder, sem grande confronto às ideias de esquerda. Em 2014, havia apenas dois outsiders: Levy Fidelix (PRTB) e Pastor Everaldo (PSC), sem chances de vencer

Nas eleições de 2018, a deterioração da esquerda brasileira abre a chance da primeira vitória de um direitista legítimo em quase 30 anos. E haverá pelo menos quatro candidatos de direita: Ronaldo Caiado (DEM), Levy Fidelix (PRTB), o estreante João Amoêdo (NOVO) e aquele com maior apelo popular: Jair Bolsonaro (PSC), que já aparece com 11% das intenções de voto.

Apesar de divergências entre liberais e conservadores, todos prometem profundas mudanças na condução da economia brasileira. Mesmo o PMDB de Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha tendem a adotar o liberalismo para recuperar a economia arrasada por mais de duas décadas de intervencionismo estatal e gastos públicos irresponsáveis. Também não são simpáticos ao comunismo, ao Foro de São Paulo nem à Nova Ordem Mundial.

Por outro lado, o PMDB e outros partidos centristas e fisiológicos estão envolvidos nos esquemas de corrupção da situação (PT e linhas auxiliares) e da falsa oposição (PSDB e DEM), por isso devem ser enxotados do poder o quanto antes. Somente outsiders do mega-esquema de propinas e propagação do comunismo podem trazer verdadeiras mudanças, desde que não se rendam ao esquemão.

Com o aumento do debate político no Brasil, o aumento da difusão de informações se mostra fundamental para que o eleitor embase o seu voto de forma consciente, conhecendo todas as plataformas políticas e questões geopolíticas.

Saber o significado dos termos estabilishment, status quo, outsider, Foro de São Paulo, estratégia das tesouras e Nova Ordem Mundial consiste em conhecimento básico para apertar o botão confirma em uma urna.

O governo, a Globo, a mídia, os políticos e os seus professores nas escolas e universidades fazem de tudo para esconder a verdade do povo, da qual esses termos fazem parte. Ela precisa ser espalhada para construirmos um novo Brasil e eliminarmos os políticos atuais de seus cargos. Espalhe esse post para quem precisa abrir a cabeça para ideias novas.

Pesquisa Ibope afirma: Bolsonaro tem menor rejeição entre todos os presidenciáveis

bolsonaro_presidente

Acabou o boicote do Instituto Ibope de pesquisas a Jair Bolsonaro. Em sua primeira aparição, ele aparece com 11% de intenção de votos. Seu maior trunfo reside na menor rejeição entre todos os candidatos, com 34%, patamar considerado baixo em qualquer situação.

O levantamento não mostrou boas notícias para nenhum dos candidatos do mainstream às eleições: o voto potencial a Aécio Neves passou de 40% em fevereiro para 32% em abril, enquanto sua rejeição subiu de 44% para 53%. O governador de São Paulo Geraldo Alckmin passou de voto potencial de 30% em fevereiro para 24% este mês, enquanto sua rejeição oscilou de 52% para 54%. O senador José Serra passou de 32% em fevereiro para 28% agora, e sua rejeição também oscilou para 54%.

FHC já afirmou que não há diferença ideológica e programática entre o PSDB e o PT. O tucano é o petista de smoking e algum conhecimento de economia. Na prática, a mesma esquerda podre que luta pelo projeto do Foro de São Paulo.

Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tinha 34% dos votos potenciais em fevereiro, passou a 31%, enquanto a sua rejeição cresceu de 61% para 65% desde fevereiro.

Continuar lendo

Mussolini explica porque o fascismo é de esquerda

lula_mussolini

Para quem estudou história do jeito certo, uma das maiores obviedades reside no fato de o fascismo e o nazismo serem de esquerda, como o comunismo. Suas pequenas diferenças e enormes similaridades são evidentes, inclusive o jargão utilizado pelos socialistas até a atualidade.

Nesse discurso de Mussolini, de 1940, no qual ele declara guerra à Grã-Bretanha e França, as palavras “a proletária e fascista Itália”, “plutocracias reacionárias do direita reacionária”.

O lema do fascismo era: “Tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora o Estado.”

Algo comum com o nazismo e comunismo e recorrente entre a esquerda até hoje. Os vídeos abaixo demonstram a perpetuação dos discursos de esquerda de Mussolini, ditador fascista e Luciana Genro, política gaúcha defensora do comunismo e bolivarianismo. Preste atenção nas semelhanças dos jargões.

Assista Mussolini:

Para comparar, assista Luciana Genro falando em seminário do Conlutas, reduto de esquerda marxista: