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​As 3 grandes causas da infelicidade

1 – O apego a coisas e pessoas e a ilusão de propriedade – Quando nascemos, não trouxemos nada e quando morrermos levamos apenas nosso progresso. Somos apenas depositários dos bens materiais, quando partimos eles são repassados para outras pessoas à nossa revelia.

2 – A ganância por bens, poder e dinheiro e falta de moderação dos desejos e emoções – Não condicionar nossa felicidade à vontade de possuir coisas, a buscar um relacionamento ou à busca de aceitação social aumenta o bem-estar. A felicidade deve ser um estado de espírito natural e não estar condicionada a fatores externos ou outras pessoas.  

3 – O medo, a busca doentia por uma falsa segurança e a incapacidade de lidar com as incertezas – Aceitar que não existe segurança nem certeza, que vivemos em um mundo em mudança permanente e a confiar que vamos ser felizes em qualquer condição. O medo é a ausência de fé.

Quando aprendermos que nada nos pertence, a sermos parcimoniosos com nossos desejos e  emoções e a aceitar que vivemos em um mundo de incertezas e a segurança não existe, seremos mais felizes.

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Limite seus desejos e não dependa do dinheiro para ser feliz

A maioria das pessoas busca a felicidade, mas acredita que a conquistará quando todos os seus desejos forem satisfeitos. Por isso, o conceito de felicidade é tão controverso. Ao se fazer a pergunta “o que é felicidade?” a um milhão de pessoas, jamais serão obtidas duas respostas idênticas. Em nossa sociedade, ela é altamente correlacionada com dinheiro, trazendo à tona uma questão altamente polêmica, que é “Dinheiro traz felicidade?”. Fiz minha pesquisa pessoal e encontrei minha própria resposta.

Para isso encontrei duas respostas, uma absoluta e outra relativa. A absoluta é: o dinheiro aumenta a felicidade até uma certa quantia que permite o atendimento das necessidades básicas e acesso a produtos e serviços que melhoram a qualidade de vida, como um bom plano de saúde e boas escolas para os filhos. Após essa fronteira, sua contribuição para o aumento da satisfação é pequeno. Conforme estudo da Universidade de Michigan, esta fronteira se situa entre US$ 60 mil e US$ 110 mil, dependendo da região. Grosso modo, aqui no Brasil esta faixa varia entre R$ 60 mil e R$ 110 mil. Até esta faixa de renda, o dinheiro contribui fortemente para o aumento de felicidade, isso é comprovado cientificamente.

Mas dou um aviso: o dinheiro é PARTE da felicidade, outros fatores devem ser considerados, como relacionamento familiar, nível de educação, atividade religiosa, satisfação com o trabalho, alternativas de lazer, dentre tantas. O dinheiro é importante para a felicidade, mas não podemos tomar a parte pelo todo.

Agora dou a parte relativa da resposta: observei um ponto em comum em todas as pessoas que a possuem em maior grau: elas limitam seus desejos. Não desejar trocar de carro ou viajar várias vezes para o exterior todo ano, consumir apenas o essencial, sem excessos, não ter hobbies caros, dentre outros, faz as pessoas dependerem menos do dinheiro para conquistar a felicidade. Por isso vemos pessoas com poucos recursos financeiros com alto grau de felicidade e muitos ricos altamente insatisfeitos e ansiosos. Qual a diferença entre eles? Um limita seus desejos, o outro não.

Quando colocamos como para nossa felicidade a compra de bens e serviços que consomem muitos recursos financeiros, viramos escravos da sociedade de consumo. O segredo para limitar a influência do dinheiro e da matéria é não querer tudo o que vê nos anúncios e desejar comprar menos, especialmente bens supérfluos. Assim como a grande maioria da sociedade, luto arduamente contra os meus desejos e estou muito longe de vencer.

Quem não deseja, não sofre. O desapego da matéria aumenta a felicidade.

Minha maior riqueza

Todo dia de manhã, agradeço a Deus por todas as muitas coisas que recebi, por valorizar tudo o que tenho e abençoar quem tem as coisas que potencialmente terei, pois acredito que nada é impossível.

Se eu tivesse que selecionar minha maior riqueza, digo que é o fato de a minha vida ser um livro aberto, sem precisar esconder nada, discorrendo tranquilamente sobre os meus (muitos) fracassos e mazelas. Deus me deu sabedoria para saber que tenho tantas ou até mais falhas que a maioria das pessoas, cometi muitos erros e aprendi as lições. Por outro lado, faço uma busca desenfreada pelo autoconhecimento, procurando refletir sobre os fatos da vida. Por isso não tenho nada a esconder, pois as memórias ruins me fortalecem.

Outra benção que recebi é a de não me importar com o julgamento alheio, pois a opinião é do outro, mas a realidade é minha. Cada pessoa tem sua própria vivência e suas próprias provas, por isso é importante não julgar e não importar de os outros te julgam. Isso é libertador.

Cumprir com o que prometeu e não estar em débito com ninguém também liberta. Não ter dívidas liberta. Poder andar na rua sem medo também liberta.

Ser bem resolvido com o passado e não ter nada a esconder, não dever nada par ninguém, não temer julgamentos externos, não ter medo do futuro e avançar em autoconhecimento: essas são as minhas maiores riquezas.

Uma definição de Felicidade

Objetivos

          Este texto pretende apenas expor um ponto de vista pessoal do que é felicidade, de forma aberta, sem querer passar por dono da verdade. O objetivo deste texto é dar uma definição pessoal do que é felicidade, a fim de ajudar outros com a minha experiência pessoal e pensamentos que contribuem para a minha própria satisfação com a vida. Para quem já pensou bastante no assunto, prover uma base de comparação e debate, visando ao ganho de todas as partes. Assim, pode-se ajudar a todos, tanto os que querem material para formar seu próprio conceito de felicidade, quanto para os que querem refinar e aprimorar suas próprias conclusões.

 Relação dos componentes de uma existência feliz

 Fatores que levam à felicidade: a lista começa do mais básico para o mais elevado. Os fatores da base contribuem mais para o aumento de felicidade do que os do topo. É necessário estar aprimorado nos mais básicos para trabalhar nos mais elaborados. A felicidade aumenta conforme subimos na construção do bem-estar e realização pessoal.

Objetivos

          Este texto pretende apenas expor um ponto de vista pessoal do que é felicidade, de forma aberta, sem querer passar por dono da verdade. O objetivo deste texto é dar uma definição pessoal do que é felicidade, a fim de ajudar outros com a minha experiência pessoal e pensamentos que contribuem para a minha própria satisfação com a vida. Para quem já pensou bastante no assunto, prover uma base de comparação e debate, visando ao ganho de todas as partes. Assim, pode-se ajudar a todos, tanto os que querem material para formar seu próprio conceito de felicidade, quanto para os que querem refinar e aprimorar suas próprias conclusões.

 Relação dos componentes de uma existência feliz

 Fatores que levam à felicidade: a lista começa do mais básico para o mais elevado. Os fatores da base contribuem mais para o aumento de felicidade do que os do topo. É necessário estar aprimorado nos mais básicos para trabalhar nos mais elaborados. A felicidade aumenta conforme subimos na construção do bem-estar e realização pessoal.

1 – Necessidades de sobrevivência – Neste item constam os itens básicos para uma sobrevivência digna. O essencial. O básico do básico. É aquilo que nenhum ser humano pode viver sem. Alguns exemplos são alimentação, vestuário, moradia, saúde e segurança e meio ambiente.

Este é o fator primordial da conquista da felicidade. Pouco ou nada se consegue fazer se esta variável não estiver bem desenvolvida. Um indivíduo que não tem o que comer, vestir, onde morar, boa saúde, a segurança sobre a sua integridade física dificilmente terá um grau de felicidade satisfatório.

Os principais itens são:

-Saúde: uma pessoa que não goza de boa saúde tende a ser menos feliz. O controle de doenças infecciosas e a disponibilidade de algum serviço de saúde básico, ainda que precário, melhora o bem-estar social.

-Alimentação: saber que vai ter acesso a qualquer tipo de alimentação com facilidade melhora o bem-estar.

-Moradia: ter um local para morar, mesmo que precário, aumenta a sensação de segurança.

-Vestuário: é uma necessidade básica para manter a saúde e essencial para a adequada interação social.

-Segurança: esta variável contribui fortemente para o aumento de felicidade. Percebe-se que os países com menor nível de satisfação com a vida são os que estão em guerra ou com alto índice de violência.

2 – Conforto material – adquirir recursos para ter uma vida digna e ter liberdade para fazer a maioria das necessidades e desejos. Por exemplo: ter uma alimentação saudável, poder cursar boas escolas, ter um plano de saúde de qualidade, casa limpa, equipada e confortável, acesso a bons meios de transporte, lazer de qualidade, acesso a bens que aumentam o bem-estar, viagens, etc. Uma pessoa de classe média costuma ter condições de viver neste nível de conforto material.

Este grupo soma ao primeiro os fatores abaixo:

-Transporte: acesso a transporte público e individual que facilite o deslocamento. Divide-se nas categorias de curta e longa distância, público e privado.

-Educação: transmissão de conhecimentos. Tem como objetivo ter melhores interações sociais e melhorar o nível de renda. Dois níveis: básico (alfabetização, matemática, conhecimento da sociedade e da natureza/ciência) e específico (ensino profissionalizante ou superior, ou conhecimentos aplicados, como línguas, informática ou comportamental).

-Tratamentos de saúde de qualidade:

-Aparência:

-Lazer e entretenimento:

-Segurança material e patrimonial:

-Moradia confortável:

-Renda:

-Acesso a bens que melhoram a qualidade de vida: não há necessidade de comprá-los efetivamente, apenas ter o acesso disponível aumenta a sensação de felicidade.

Ter domínio das variáveis que definem a felicidade material, especialmente as finanças. Saber diferenciar o supérfluo do necessário e fazer a aplicação do dinheiro em bens ou serviços que tragam maior felicidade, respeitando as preferências de cada indivíduo. Ausência de dívidas, segurança sobre a vida, a saúde, o patrimônio e o bem estar da família aumentam o nível de felicidade nesta categoria.

-Meio ambiente: morar em uma região com árvores, ar e água limpos, com pouco ruído e sem agentes contaminantes aumenta a sensação de bem-estar.

3 – Autoconhecimento e aprimoramento pessoal – ações de aprimoramento da aquisição de conhecimento, maior consciência sobre si mesmo e o mundo exterior, melhoria dos padrões de pensamento e aceitação da tarefa de trabalhar para se aprimorar como pessoa, com o objetivo de aumentar a própria felicidade e a dos demais seres humanos. Não visa à simples aquisição de conhecimentos, mas à transformação pessoal e melhoria nos relacionamentos. Fator muito importante para o aumento da felicidade. Nesta etapa se adentra nos níveis mais elevados de felicidade.

-Cuidar do corpo também é muito importante. Ter boa saúde é condição básica, mas cuidar da alimentação, do preparo físico e da aparência melhoram ainda mais a sensação de bem-estar, a autoestima e a satisfação em viver. Fazer exercícios e cuidar da alimentação são tópicos muito importantes, mas existe muito mais a se fazer, alinhando corpo e mente. Cuidar da postura e do relaxamento de tensões musculares são fundamentais, pois reduzem significativamente as causas de doenças de todos os tipos, de gripe até câncer. Fazer ioga e RPG é benéfico, mas cuidar das causas emocionais e psicológicas potencializa a condição de bem-estar. Por isso, é interessante buscar todas as ferramentas possíveis.

-Dominar a maior quantidade de conhecimento possível: Isso vai muito além do que se aprende na escola. Desenvolver múltiplas habilidades e inteligências contribui para a autoconfiança, pois permite que se compreenda diversos assuntos e amplia o traquejo social. Todas as áreas de conhecimento são válidas, e algumas são essenciais: português, matemática, raciocínio lógico, história, geografia, ciências e atualidades são pré-requisitos para qualquer pessoa. Até assuntos bem específicos são bem-vindos. Robótica, botânica, sociologia, psicologia, engenharia civil, ter conhecimentos básicos sobre muitos assuntos aumenta a sociabilidade. Em suma: aumentar o círculo de competência amplia a compreensão do mundo, gerando maior felicidade global.

4 – Relacionamentos pessoais saudáveis –  estudar e trabalhar em métodos a fim de buscar relacionamentos interpessoais saudáveis, de todos os tipos. Praticar técnicas de aumentar a felicidades de outras pessoas e, conseqüentemente, a própria, por diversos meios. (religiosos, corporativos ou terapêuticos, entre outros).

Os relacionamentos se dividem em:

-Familiares:

-Amorosos/conjugais:

-Vida sexual:

-Amizades:

-Profissionais:

-Comerciais:

-Sociais:

5 – Motivação, estabelecimento de metas e objetivos – Saber o que está fazendo neste mundo. Ter uma razão pela qual lutar, se esforçar e correr atrás. Planejar os objetivos e desenhar os planos de vida e os recursos necessários para atingi-los. Visualizar de onde veio, qual trajetória quer seguir e onde quer chegar. Viver uma vida onde sejamos úteis para outras pessoas, tenhamos prazer em tudo o que fizermos e tenhamos sempre alegria, motivação e otimismo para fazer o que gostamos, com um objetivo positivo. A base dele reside no desenvolvimento dos dois componentes anteriores: autoconhecimento e relacionamentos saudáveis.

6 – Espiritualidade, realização pessoal e contribuição para a humanidade – é o nível supremo de felicidade, quando todos os outros se encontram bem desenvolvidos. A única certeza que temos na vida é a da impermanência, da perecibilidade do corpo, que nossa vida é finita e que a felicidade é o mais importante. E de termos sempre em foco que a meta suprema é a felicidade em nível espiritual. Ela é o resultado de todos os componentes que vêm abaixo dela. Os demais componentes formam a base sólida para atingir a meta final, e diversos meios estão disponíveis, desde o mais usual, as religiões, até os meios racionais de obter a felicidade em nível espiritual. Neste nível constam os seguintes tópicos:

-Fé:

-Coragem:

-Esperança:

-Crenças: