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Cérebro franzino e cérebro obeso: ser esforçado é mais importante que ser inteligente

pessoas esforçadas conquistam melhores resultados

Na cultura brasileira, valoriza-se muito a inteligência, o dom, o talento e as habilidades natas, em detrimento do esforço pessoal para o autodesenvolvimento. Os povos orientais divergem do paradigma brasileiro, ensinando seus estudantes que o treino sistemático e persistente faz o indivíduo dominar qualquer competência.

Prefiro a abordagem oriental, responsável pelo progresso notável do povo japonês, coreano e chinês. As conquistas deles e a dedicação quase insana pelo estudo baseia meu raciocínio, como descrito abaixo.

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COMO NASCE UM ESQUERDISTA

Os petistas, psolistas, governistas e isentões têm algo em comum: a maioria fracassou nos estudos, especialmente nas matérias de exatas, tirava notas baixas e passavam de ano no conselho de classe, os que não repetiram pelo menos um ano. Eram da “turma do fundão”, fazendo parte da turma dos populares: os malandros, os esportistas, os baladeiros e as meninas bonitas e desejadas. Ir a festas, viagens, beber, namorar e passear eram suas prioridades. E aí que mora o perigo.
Os alunos “descolados” são o alvo mais fácil para pessoas inescrupulosas como professores de história e geografia, alunos de cursos de sociologia, filosofia e humanidades, dentre outras. Seu objetivo é doutrinar inocentes na ideologia esquerdista, especialmente o marxismo e o socialismo. Precisam recrutar militantes para seus partidos e causas sociais, e sabem que jovens inexperientes, de pouca inteligência, entediados e de cabeça vazia são as presas mais fáceis para seus planos.
Jovens de classe média ou ricos sem objetivos ou vontade de progredir, visando apenas a prazeres efêmeros no presente e sem responsabilidades familiares são o perfil ideal de esquerdista, pois possuem muito tempo livre  costumam ser bem relacionados, ajudando no recrutamento de militantes. Adolescentes pobres precisam trabalhar muito cedo e assumem o compromisso de ajudar a família a pagar as contas. Como trabalham e/ou estudam muito, não têm tempo livre nem disposição para isso.
Os jovens abastados mais estudiosos e destacados academicamente almejam um futuro de sucesso, seguindo carreiras prestigiadas como médico, engenheiro, empresário, juiz ou financista. Trabalho e estudo são prioridades absolutas e não têm tempo a perder com teorias socialistas. Além disso, sabem que tudo que o PT/PSOL/PCdoB defendem não funciona na prática, por isso é muito raro um jovem estudioso e esclarecido acreditar em ideologias de esquerda.

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Reflexão de aniversário 2016

33 anos. O comentário recorrente é: tá ficando velho, hein! Não sente saudades de quando tinha 20?

Aí eu respondo alto: NEM F******!!!! A única suposta vantagem que eu teria de voltar 13 anos no tempo é a disposição física. Mas nem isso. Me sinto ótimo e minha aparência e stamina estão até melhores hoje. Ou seja, nenhuma vantagem em voltar a ter 20 anos.

Obtive grande progresso nos últimos 13 anos, com a bênção de Deus! Não enxergo vantagem alguma em voltar a ter 20 anos, pois hoje me considero um ser humano mais completo, devido ao auxílio dos que me apoiam, inclusive nas ideias mais polêmicas. Vantagem de ter 20 ao invés de 33? NENHUMA. E acredito que quando eu fizer 43, não verei nenhuma vantagem em ter 33, pois a tendência geral da humanidade é de progresso, e como ser humano seguirei o fluxo da natureza.

Agradeço aos que divergem de mim por me mostrar diferentes pontos de vista e ampliar minha compreensão da realidade. Aqueles que pensam e vivem diferente sempre ensinam muitos a quem tem a mente aberta.

A importância de fazer as escolhas certas

As pessoas atribuem muitas coisas à sorte ou ao sobrenatural, especialmente as que impactam negativamente suas vidas. Por preguiça de parar para refletir sobre como tem passado suas vidas e como têm feito suas escolhas, preferem associar os acontecimentos ao azar ou culpar pessoas e/ou circunstâncias externas. Na maior parte das vezes, seus problemas derivam de más escolhas.

Desde crianças somos obrigados a fazer escolhas e tomar decisões, muitas vezes sobre coisas que ignoramos. Já na escola, podemos optar entre estudar com afinco para estar entre os melhores da classe ou simplesmente fazer o mínimo para passar de ano. Em nosso tempo livre, podemos estudar inglês ou jogar bola, fazer academia ou ver TV. No terceiro colegial, podemos fazer cursinho a fim de entrar em uma boa universidade ou curtir a vida de baladas e viagens com a turma do fundão. Tudo parece muito inocente nessa idade, mas seu impacto no futuro altera drasticamente os resultados obtidos pelo indivíduo.

Em finanças, se fala muito da importância dos juros compostos, e a mesma lógica vale para trabalho e estudo: quanto antes a pessoa começa a correr atrás, mais cedo vai desfrutar dos resultados.

Muitos não fazem as escolhas corretas na vida por falta de orientação pela omissão dos pais, pois estes também não se esforçaram e não sabem orientar os mais jovens, repetindo aquilo que seus pais, professores e amigos os ensinaram a vida inteira, na linha do “deixa a vida me levar”. Ignoram a importância de fazer as escolhas certas no tempo certo. Dizem que é muito cedo para se preocupar, que podem correr atrás quando forem mais velhos e os jovens não tomam nenhuma decisão importante para a idade. Isso é muito perigoso, pois na maioria das vezes, não tomar uma decisão é a pior decisão a se tomar, causando sérios problemas. Geralmente é tarde demais.

Ou pior ainda, alguns pais criticam aqueles que têm sucesso, os chamando de gananciosos, antissociais, arrogantes e outros adjetivos depreciativos, e atribuem seu próprio fracasso aos bem-sucedidos, ensinando crenças limitantes na linha do:

  • “esse mundo é injusto, uns têm tanto e outros têm tão pouco”;
  • “só se dá bem que se envolve com coisas desonestas”;
  • “ele teve a sorte de conhecer alguém poderoso”;
  • “ele é muito inteligente, isso não é para as pessoas comuns”
  • “só quem nasce rico tem essas oportunidades”;
  • “se eu tivesse a “””sorte””” que ele teve, eu também teria me dado bem”

Dentre tantas crenças limitantes que envenenam a mente dos jovens e impedem este mundo de ser um lugar melhor. Muito mais nocivo que não ensinar os mais novos a fazerem as coisas certas, é desmerecer quem se esforçou e dizer que tomaram ações desonestas ou foram favorecidos de alguma forma por alguém, por um dom natural ou pela sorte. As pessoas que transmitem esse tipo de informação cometem um crime contra a juventude, pois estraga o futuro desses quando fecham suas mentes ao sucesso e o condena a viver uma vida medíocre, cheia de dificuldades, inveja e amargura.

Critico fortemente aqueles que atribuem sucesso a sorte, dons naturais, favorecimentos, apadrinhamentos e desonestidade, quando na esmagadora maioria das vezes ele foi fruto de decisões acertadas no tempo correto. Geralmente no começo da adolescência, aos 11 ou 12 anos de idade, quando todos ainda têm uma visão muito limitada da vida, os bem-sucedidos já começaram sua jornada e saíram na frente. Quando bem orientados, fazem boas escolhas em sequência, e quando a maioria começa a perseguir o sucesso, perto dos 30 anos, esses já estão adiantados no caminho e realizaram muito. Não tiveram sorte ou privilégios, apenas embarcaram nas oportunidades que a vida dá a todos, e colhem os frutos no tempo certo.

Para Deus, não existem escolhidos ou privilegiados. Apesar de alguns enfrentarem mais dificuldades e obstáculos que outros, todos podem obter o sucesso via esforço próprio, sem exceção. A sorte tem um peso muito menor do que se imagina, apesar de alguns precisarem remar muito mais do que outros. Não devemos atribuir ao azar o fruto de más escolhas feitas em sequência por um período prolongado. A possibilidade de mudança e melhoria de vida existe para todos, desde que se decida mudar e fazer o trabalho de desenvolvimento pessoal. Esse sempre ajuda a sorte.

Citando uma frase célebre de Thomas Jefferson:

“Eu acredito demais na sorte. E tenho constatado que, quanto mais duro eu trabalho, mais sorte eu tenho.”