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A melhor medida que VOCÊ poder fazer para ajudar o Brasil a sair da crise

brasil saindo da crise

A crise econômico-política-moral que assola o Brasil desde 2013 traz severas consequências, sem sombra de dúvida. Por outro lado, cidadãos mais sábios e esclarecidos apresentam forte crescimento pessoal e familiar neste cenário desafiador. Não seguem a multidão e suas ações representam o exato oposto do recomendado pelos governos de Dilma e Temer.

Estão prosperando a passos largos e conhecem os princípios da riqueza. Conhecem e praticam algo que as massas ignoram, e colhem os bons frutos. Dentro deste arcabouço de sabedoria com resultados comprovados, há uma ação que qualquer cidadão pode fazer e ajudar o Brasil a sair da crise:

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A próxima revolução econômica da humanidade – Parte 2

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Na introdução sobre a próxima revolução econômica da humanidade (veja aqui), descreveu-se de forma sucinta o histórico dos principais avanços da humanidade, necessários para o surgimento do vindouro.

A revolução da informação se mostra condição necessária para seu acontecimento, assim como a automação industrial. E a próxima revolução econômica da humanidade é:

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Por que Marta ganha menos que Neymar, explicado de forma racional

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O mais novo motivo de choro na grande mídia e entre muitos brasileiros está na enorme discrepância entre os salários da maior craque de futebol feminino, Marta, e sua contrapartida masculina muito mais famosa. Entre as mulheres, Marta apresenta resultados muito superiores a Neymar e qualquer outro futebolista, algo inquestionável. E acham injusto que ela não tenha atingido o primeiro milhão, ao passo em que o atleta do FC Barcelona os ganha às dezenas. Vamos analisar de forma racional.

Esses jornalistas, assim como grande parte dos chorões brasileiros, não entendem como funciona o sistema de remuneração dos atletas e sempre acabam falando besteira. Essa é fácil de desmentir.

Neymar ganha muito mais que Marta porque gera muito mais venda de ingressos (média de 78 mil espectadores por partida), audiência de jogos em televisão e venda de produtos nos quais é garoto-propaganda. A bilheteria de jogos de futebol feminino é pífia (1.000 pagantes por jogo), as TV’s só transmitem os jogos de 4 em 4 anos. Um produto propagandeado por Neymar certamente venderá horrores. Marta talvez nem seja reconhecida pela maioria.

Do outro lado, Gisele Bundchen ganha muito mais que qualquer modelo masculino, lota desfiles e tudo que ela coloca a imagem dela vende muito. Da mesma forma que Neymar. Justo.

Quer que Marta seja reconhecida? Compre ingressos e vá assistir jogos de futebol feminino. Compre a camisa com o nome dela. Viu um produto no qual ela é garota-propaganda? Compre. Nesse aspecto, o mercado é impessoal: se Neymar e Gisele ficaram ricos assim, Marta também ficará.

Aprecio o trabalho dela e da seleção feminina, e ficaria muito feliz de vê-la ganhando dinheiro como forma de reconhecimento de seu trabalho.neymar e marta desigualdade de salários

Entretanto, como não é de interesse da mídia expor a desigualdade (natural) favorável às mulheres na profissão de modelo, a mídia se cala. Criticar a desigualdade (natural) do futebol gera lucros para os jornalistas e ainda pagam de politicamente corretos. Defender homens não vende revista e não contribui para a agenda globalista.

Para refletir: antes de criticar os ganhos de quem quer que seja, estude economia e descubra os motivos por trás disso. E antes de acreditar sem questionar o que a mídia fala, procure saber seus interesses econômicos e a quem eles servem.

Entender economia básica: pré-requisito para discutir política

economistas

A despeito de todo o caos instaurado pelos governos do PT e PSDB no Brasil, um efeito positivo tem vindo à tona, mesmo que de modo incipiente: o aumento do interesse do brasileiro pelas questões políticas.

Por outro lado, a falta de conhecimento sobre política pela população como um todo prejudica o debate, pois todos tentam discutir sobre um tema muito complexo sem os fundamentos teóricos necessários.

Por incrível que pareça, os cidadãos mais instruídos se mostram ainda menos capacitados ao debate, por não estar em contato com a realidade nua e crua da economia real ou por terem sido expostos a doutrinas perniciosas como o marxismo, keynesianismo, socio-construtivismo e outras aberrações criadas por intelectuais. Infelizmente, o efeito do estudo dessas matérias resulta no contrário do esperado: o estudante fica MENOS capacitado a discutir política, pois utiliza uma base teórica falsa, sem correspondência com a realidade. Na prática, se mostra mais ignorante em comparação com alguém que nunca estudou.

Este post fala sobre como nossos graduados, mestres e doutores são semianalfabetos políticos, em sua grande maioria:  Recado aos cidadãos mais abastados e instruídos do Brasil

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Medida indispensável para acabar com as pedaladas fiscais (de qualquer governante)

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Todos sabem que a causa do impeachment de Dilma Rousseff reside nas pedaladas fiscais. Porém, a grande maioria da população não compreende como elas foram feitas, muito menos como acabar com a possibilidade de qualquer político de qualquer esfera fazê-las.

Então vamos por partes: 1 – como são feitas as pedaladas fiscais. 2 – quais as condições necessárias para que aconteça,. 3 – como acabar com elas. Então vamos lá:

1 – Como são feitas as pedaladas fiscais: em primeiro lugar, afirmo que não é só o governo federal que as pratica. Muitos governos o fazem, a grande maioria das empresas e provavelmente você também dá ou já deu suas pedaladas em algum momento de sua vida. Vou explicar:

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Quebrando tabus da esquerda: privatização beneficia o povo

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Privatização traz benefícios para todos. Menos para os políticos, que perdem sua moeda de barganha de cargos e dinheiro.

Precisamos quebrar esse tabu criado pela esquerda. Deixar o Estado, leia-se os políticos, comandar empresas beneficia apenas a eles mesmos.

Privatizar a Petrobras resultará em combustíveis mais baratos e de melhor qualidade. Estimula a concorrência e reduz o preço de todos os produtos que dependem de transporte rodoviário, combatendo a inflação. Aumentará a quantidade de empreendimentos de prospecção e refino, somando a abertura de postos em todo o país, gerando centenas de milhares de empregos e bilhões em arrecadação para a União, estados e municípios.

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Por que é fácil ganhar discussões com esquerdistas

O direitista tem uma vantagem que o faz vencer qualquer debate lógico com um esquerdista: ao passo que este se recusa a estudar a lógica da direita, se baseando apenas em espantalhos para argumentar, o destro estuda profundamente a doutrina socialista/comunista, compreendendo racionalmente suas (muitas) falhas e contradições.

A pobreza de conhecimento da esquerda sobre o adversário e sobre assuntos como economia, finanças, contabilidade, administração, matemática, mercados financeiros, empreendedorismo, organização do estado, orçamento e finanças públicas já os coloca em desvantagem logo no começo da discussão.

Salvo exceções de alguns esquerdistas que conhecem tais assuntos e promovem um bom debate e são ricos e bem-sucedidos. Mas, de forma incoerente, praticam uma conduta de direita, pregando algo ruim para os pobres e fazendo algo bom para si mesmo, como consta nos itens 7 e 8.

Se sua fala fosse coesa com suas ações, seria de direita. Ao invés de querer que o Estado redistribuísse renda, iria lutar para que o pobre fique rico pelo próprio esforço, exatamente como ele fez.

Na falta de argumentos racionais, resta ao esquerdista apenas o chilique, a vitimização, chavões vazios como “não vai ter golpe” e xingamentos do tipo “fascista”, “racista”, “preconceituoso”, “burguês”, “coxinha” e por aí vai.

Quando não resta nenhum argumento racional e os resultados da sua política fracassada são inegáveis, ele choraminga: “Tenho boas intenções e isso é o que conta!”. Leia o artigo do Instituto Mises e entenda isso com riqueza de detalhes.

Tenho boas intenções e isso é o que importa – eis o mantra que restou à esquerda