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Pedro H. L. Guerra

5 de fevereiro de 2017

PT PSDB cornos

Ao praticar corrupção, o objetivo do PSDB é…

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Medida indispensável para acabar com as pedaladas fiscais (de qualquer governante)

pedaladas

Todos sabem que a causa do impeachment de Dilma Rousseff reside nas pedaladas fiscais. Porém, a grande maioria da população não compreende como elas foram feitas, muito menos como acabar com a possibilidade de qualquer político de qualquer esfera fazê-las.

Então vamos por partes: 1 – como são feitas as pedaladas fiscais. 2 – quais as condições necessárias para que aconteça,. 3 – como acabar com elas. Então vamos lá:

1 – Como são feitas as pedaladas fiscais: em primeiro lugar, afirmo que não é só o governo federal que as pratica. Muitos governos o fazem, a grande maioria das empresas e provavelmente você também dá ou já deu suas pedaladas em algum momento de sua vida. Vou explicar:

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Apenas trocar os políticos não é a solução. É preciso tirar o poder do Estado e da ao povo.

Só mudar os políticos não resolve nada, pois é preciso mudar o sistema de um modo que os políticos tenham menos poder e privilégios.

Mas os políticos atuais, majoritariamente de esquerda como esse da foto, lutam para manter o sistema a favor deles, do jeito que está hoje.

O ícone da luta pela manutenção dos privilégios dos políticos é a reforma política proposta pelo PT, que simula mudanças mas o objetivo escondido é aumentar o poder dos políticos para explorarem ainda mais o povo. Não se deixe enganar, diga não à reforma política do PT.

Então é preciso trocar os políticos por outros com desejo real de mudanças, que lutem por menos políticos e mais povo, menos estado e mais sociedade, menos impostos e mais renda, menos esmolas e mais empregos, menos consumismo e mais investimento. Resumindo: CHEGA DE PT, PSDB, PMDB, PSOL, PCdoB, PP, PSB, REDE. CHEGA DE ESQUERDA!

Esta matéria do Estadão mostra como age o governo atual

pena de morte

Por que sou a favor da pena de morte

Questões polêmicas fazem parte de qualquer sociedade. A pena de morte é uma delas, que sempre foi e sempre será debatida calorosamente. Quase todos têm opinião formada e discussão tende a se estender ad eternum. Por isso é importante ter posicionamento firme e argumentos bem estruturados. Por isso sou claramente a favor da pena de morte. De tanto confrontar minhas ideias com quem tem crenças contrárias, vou desconstruir as mais comuns de quem não apoia à execução de criminosos. Aí vai:

“Ninguém tem direito de tirar a vida de outra pessoa, exceto se for para salvar a própria ou de terceiro”

Usa-se esse argumento para refutar a pena de morte, mas na verdade ele a reforça. Somente devem ser executados criminosos que cometem crimes contra a vida de terceiros, como assassinos e estupradores, que matam diretamente suas vítimas. Aqui o nexo de causalidade é muito claro: executar esta categoria de criminosos salva vidas de inocentes, que seriam covardemente massacrados caso os marginais continuassem à solta. Assassinos inveterados podem exterminar dezenas de pessoas, e é preferível a morte de um meliante à de dezenas de inocentes. Por isso, é legítima a pena de morte, assim o Estado está agindo em legítima defesa da vida de cidadãos de bem.

Respondendo à polêmica da execução de traficantes brasileiros na Indonésia, considero esta categoria merecedora da pena de morte junto com os políticos corruptos que, apesar de nem sempre matar com as próprias mãos, tem um potencial de destruição de vidas muito maior, pois prejudicam centenas, milhares ou até milhões de pessoas. Por isso defendo a pena de morte para traficantes e políticos corruptos, a exemplo do que ocorre em outros países. Seriam executados cerca de duzentos desses criminosos por ano, para salvar de 200 mil a um milhão de vidas de pessoas de bem. Para o bem-estar social, compensa.

Um  único traficante pode destruir milhares de famílias, causando graves transtornos de todos os tipos em suas vidas, desde os danos à saúde do dependente, ao dinheiro desperdiçado no tratamento ao vício e em toda a desestruturação familiar que se segue. A maioria dos traficantes não mata com as próprias mãos, mas com suas atitudes. O extermínio de cerca de 2 mil bandidos desse tipo pouparia a vida de centenas de milhares de viciados, além do impacto positivo nas famílias.

Um único político saqueador do patrimônio público é responsável pelo assassinato de jovens e pais de família por tirar recursos da segurança. Um político desonesto mata crianças, idosos e arrimos de família quando desvia dinheiro da saúde, e compromete o futuro dos cidadãos, especialmente os mais pobres, quando embolsa o valor que seria investido em educação. Neste caso, a execução de 10 ou 20 marginais por ano salvaria a vida de milhões de inocentes.

Outro argumento muito usado por quem é contra a pena de morte é:

“Nosso sistema penal é lento e falho, muitos inocentes podem ser executados. Nem todos podem pagar um bom advogado e injustiças serão cometidas. Você mesmo pode ser morto sem ter cometido nenhum crime.”

Este argumento contém grande carga de apelação e quase nenhuma de razão. É apenas uma meia-verdade. É fato que nosso sistema judiciário é falho e já impõe penas equivocadas a inocentes, mas o benefício aos cidadãos honestos e à sociedade pela punição aos culpados é infinitamente maior e compensa as penas incorretamente aplicadas.

Infelizmente, alguns inocentes serão executados, que se calcula entre 3 a 5 condenados em um universo de duas mil penas capitais anuais. Utilizando matemática e lógica básicas, para cada inocente morto são aplicadas corretamente 600 sentenças. Supondo que ocorram 2 mil condenações e cada criminoso seja responsável por cinco mortes diretas e 20 indiretas de cidadãos de bem, 500 mil vidas serão preservadas. O custo social da morte de cinco pessoas por ano é desprezível em comparação às vidas de inocentes que serão poupadas.

Outro clichê muito comum utilizado no ataque à pena capital é:

“Não podemos apenas prender e condenar à morte os que cometem crimes. A verdadeira solução para isso é a educação. Precisamos educar os criminosos, não punir.”

Esta falácia distorce um conceito correto. Realmente a educação é o fator primário para evitar crimes. O problema é que uma vez cometido o crime, o combate e a punição ao delito é urgente para proteger a sociedade de forma imediata. Claro que o criminoso deve ser educado, mas seus efeitos só surgirão a longo prazo e realmente é a solução definitiva. Porém, a repressão enérgica e instantânea é necessária para que o marginal compreenda as consequências de seus atos e para a manutenção da ordem social, poupando vidas de pessoas honestas. Ambas são necessárias e uma não exclui a outra.

De tudo o que se fala contra a pena de morte, a crença mais furada e que contém grande má-fé é:

“A pena de morte é a vingança da sociedade contra alguém que errou. Todo mundo merece uma segunda chance.”

A maioria dos delitos merece podem ser redimidos, mas algumas condutas são perniciosas demais para merecerem uma segunda chance, devido ao grande potencial destrutivo para a sociedade. Nestas se incluem matar, ferir gravemente, sequestrar, estuprar, vender drogas e desviar recursos públicos.

90% de todos os males são causados por cerca de 0,1% da população que comete os crimes acima. Tudo de ruim que acontece em nosso mundo é consequência dos atos dessa minoria de delinquentes que, definitivamente, não merecem uma segunda chance e devem ser varridas da face da terra, para o bem dos outros 99,9% de pessoas de bem.

Por esses motivos sou a favor da pena de morte. Quem poupa o lobo sacrifica as ovelhas.

A Petrobrás será privatizada na marra

Sou acionista da Petrobrás há oito anos, quando os esquemas de corrupção já corriam soltos por lá. Só não sabia da magnitude dos roubos. Por ser sócio da empresa, leio os relatórios trimestrais e anuais de tempos em tempos, por isso li o relatório anual publicado em 22/04/2015. Claro que não possuo o conhecimento e a  a profundidade dos analistas de mercado profissionais, mas é o suficiente para ter uma noção clara do que está acontecendo. Isso já está sendo especulado pelo mercado há tempos, por isso posso afirmar com certeza:

APESAR DE O GOVERNO LUTAR PARA MANTER O CONTROLE DA PETROBRÁS, ELA SERÁ PRIVATIZADA À REVELIA.

A privatização vai ocorrer por causa da incompetência na gestão e da corrupção, que levaram a alguns fatos, descritos a seguir:

  1. Contabilização de ativos por valores maiores do que os reais – Para enganar os acionistas, a empresa lançou no balanço ativos por valores acima do que valem, inflando o valor de mercado. No relatório publicado em 22/01/2015, foi dada baixa de R$ 50 bilhões, mas vale lembrar que ainda há valores a serem baixados, reduzindo o valor do ativo total em cerca de 15%. Para dar um exemplo simples, é como uma pessoa que possui um carro e um apartamento que ela diz valer R$ 750 mil, mas na verdade vale R$ 600 mil. As baixas trazem o número para dentro da realidade, mas a credibilidade da empresa está comprometida por conta de ter mentido sobre os números.
  2. Despesas debaixo do tapete e corrupção – Assim como alguns maridos e esposas fazem gastos secretos, que escondem da outra parte, os executivos da Petrobrás fizeram o mesmo: esconderam mais de 40 bilhões de reais em despesas e mais R$ 6,2 bilhões perdidos no Petrolão. Esses valores estão sendo baixados do balanço de 2014 e de 2015, e a parte nociva reside da incapacidade de pagar dívidas e financiar projetos no curto prazo. E a perda da credibilidade, mais uma vez, visto que a empresa está sendo usada para fins ilícitos, em prejuízo do acionista e da sociedade.
  3. DÍVIDA ESTRATOSFÉRICA – Este é o principal motivo que pode levar à privatização. A empresa tem captado recursos em dólar no exterior há mais de 15 anos. Atualmente, o valor total é de R$ 331 bilhões. Quando os contratos vencem, são trocados por novos e o pagamento de juros segue até o vencimento. Isso é conhecido como rolagem de dívida. O perigo mora na falta de credibilidade da empresa por conta dos escândalos de corrupção e da falta de transparência das despesas, pois os credores só renovarão os contratos se a nota de crédito da empresa for grau de investimento. Hoje, há um grande risco de a Petrobrás cair para grau especulativo e ter seus financiamentos negados. Aí começa a privatização forçada.

Se a empresa não captar novos empréstimos, terá que pagá-los pelo valor total no vencimento. Mas não há caixa para fazer isso, nem de longe. Outra solução seria faze financiamentos a taxas maiores, o que seria a pior opção, pois faria a saúde financeira já frágil piorar. Vale ressaltar o agravante de 70% dela ser em dólar, o que deve impactar no balanço de 2015. Destas duas, nenhuma é viável.

Outra solução seria vender ativos não estratégicos, também conhecidos como desinvestimentos. A empresa precisaria levantar R$ 331 bilhões em caso de todos os credores exigirem a antecipação da dívida. Após avaliação da empresa, chegou-se à conclusão de que é possível vender no máximo R$ 35 bilhões em desinvestimentos e participações não essenciais, valor insuficiente para resolver o problema. Vender outros ativos afetaria a atividade da empresa e impactaria na produção e nas receitas. Portanto, esta alternativa está descartada.

Posto isso, resta apenas uma última solução ao governo: vender sua participação na Petrobras no mercado. Em português bom e claro: PRIVATIZAR. Na marra. À revelia do governo federal, que tem o aumento do tamanho do estado como uma das principais bandeiras. Mas vai ter que privatizar, pois é isso ou quebrar a empresa. A dívida total é de R$ 331 bilhões há R$ 70 bilhões em investimentos em títulos do Tesouro, resultando em uma dívida líquida de R$ 261 bilhões. O Patrimônio líquido é de R$ 347 bilhões, sendo que 58% pertencem ao governo federal. Assim, sobram cerca de R$ 200 bilhões a serem vendidos, menos que o necessário para quitar os empréstimos. Se os credores resolverem não conceder novos créditos à Petrobrás, o governo fica sem outra saída senão vender sua participação.

É como a pessoa que se endivida demais e tenta sair do sufoco: primeiro tenta pegar empréstimo em outro banco para pagar o primeiro. Não consegue e começa a vender tudo o que tem de valor. E depois que não sobra nada, compromete suas ferramentas de trabalho, seus salários futuros e sua dignidade, última escolha antes da falência.

Por isso todos devem ficar atentos.

SE OS CREDORES QUISEREM, A PETROBRÁS PODE SER PRIVATIZADA NA MARRA A QUALQUER MOMENTO.