Arquivo da categoria: Visão de Mundo

​As 3 grandes causas da infelicidade

1 – O apego a coisas e pessoas e a ilusão de propriedade – Quando nascemos, não trouxemos nada e quando morrermos levamos apenas nosso progresso. Somos apenas depositários dos bens materiais, quando partimos eles são repassados para outras pessoas à nossa revelia.

2 – A ganância por bens, poder e dinheiro e falta de moderação dos desejos e emoções – Não condicionar nossa felicidade à vontade de possuir coisas, a buscar um relacionamento ou à busca de aceitação social aumenta o bem-estar. A felicidade deve ser um estado de espírito natural e não estar condicionada a fatores externos ou outras pessoas.  

3 – O medo, a busca doentia por uma falsa segurança e a incapacidade de lidar com as incertezas – Aceitar que não existe segurança nem certeza, que vivemos em um mundo em mudança permanente e a confiar que vamos ser felizes em qualquer condição. O medo é a ausência de fé.

Quando aprendermos que nada nos pertence, a sermos parcimoniosos com nossos desejos e  emoções e a aceitar que vivemos em um mundo de incertezas e a segurança não existe, seremos mais felizes.

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Por que uns têm tanto e outros não têm nada?

ricos x pobres diferença

Uma das queixas mais frequentes na face da Terra é: por que uns têm tanto e outros não têm nada? Qualquer pessoa que estudou os fundamentos de economia das diversas escolas sabe a resposta, e ela é muito simples de entender e vale para indivíduos, empresas e nações.

Ela se baseia em apenas uma diferença, da qual todo o resto deriva. Alguns têm muito e outros não têm nada por causa da:

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A melhor medida que VOCÊ poder fazer para ajudar o Brasil a sair da crise

brasil saindo da crise

A crise econômico-política-moral que assola o Brasil desde 2013 traz severas consequências, sem sombra de dúvida. Por outro lado, cidadãos mais sábios e esclarecidos apresentam forte crescimento pessoal e familiar neste cenário desafiador. Não seguem a multidão e suas ações representam o exato oposto do recomendado pelos governos de Dilma e Temer.

Estão prosperando a passos largos e conhecem os princípios da riqueza. Conhecem e praticam algo que as massas ignoram, e colhem os bons frutos. Dentro deste arcabouço de sabedoria com resultados comprovados, há uma ação que qualquer cidadão pode fazer e ajudar o Brasil a sair da crise:

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Legalização das drogas: condição imprescindível para dar certo

drogas problema de saúde pública

Crédito da imagem: O retrógrado

Muitos jovens clamam pela liberação da maconha. Outros, de todas as drogas. Comparações esdrúxulas de uso de crack com cigarro, Coca-Cola ou até chocolate pululam pela internet. Para que a liberação deixe todos satisfeitos e não traga injustiças a ninguém, identifiquei uma condição indispensável. Os defensores das drogas terão meu apoio a partir do momento em que aceitarem a condição abaixo:

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Artigos sobre Gestão do Tempo

No post Tempo, aliado ou inimigo, discorri sobre a gestão do tempo. Neste artigo, constam análises de outros autores.

Tempo? – Por Catarina Jansen em www.rh.com.br

afinal_o_que_e_tempo?

A passagem do tempo – Por Eugênio Mussak em http://www.eugeniomussak.com.br

A síndrome do coelho de Alice – Por Lucia de BH em vivalavitamensagens.blogspot.com.br

resumo-do-livro-ocio-criativo-vanessa-costa

Por um ócio mais criativo – Por Vítor Pamplona em vitorpamplona.com

Tempo, tempo – Por Luiz Caversan, para a Folha de São Paulo

Tempo: aliado ou inimigo?

gestão do tempo é fundamental

Não considero o tempo como aliado nem como inimigo, mas como um recurso finito que deve ser utilizado com sabedoria e eficiência, a exemplo do dinheiro.

Os verdadeiros aliados ou inimigos somos nós mesmos, os aplicadores do tempo. Não podemos julgar entidades inanimadas pelos males pessoais ou coletivos, pois a verdadeira causa é a ação (ou omissão) humana.

Os inimigos reais são:

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Cérebro franzino e cérebro obeso: ser esforçado é mais importante que ser inteligente

pessoas esforçadas conquistam melhores resultados

Na cultura brasileira, valoriza-se muito a inteligência, o dom, o talento e as habilidades natas, em detrimento do esforço pessoal para o autodesenvolvimento. Os povos orientais divergem do paradigma brasileiro, ensinando seus estudantes que o treino sistemático e persistente faz o indivíduo dominar qualquer competência.

Prefiro a abordagem oriental, responsável pelo progresso notável do povo japonês, coreano e chinês. As conquistas deles e a dedicação quase insana pelo estudo baseia meu raciocínio, como descrito abaixo.

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