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Por que uns têm tanto e outros não têm nada?

ricos x pobres diferença

Uma das queixas mais frequentes na face da Terra é: por que uns têm tanto e outros não têm nada? Qualquer pessoa que estudou os fundamentos de economia das diversas escolas sabe a resposta, e ela é muito simples de entender e vale para indivíduos, empresas e nações.

Ela se baseia em apenas uma diferença, da qual todo o resto deriva. Alguns têm muito e outros não têm nada por causa da:

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Educação Financeira: a matéria mais importante das escolas brasileiras

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É unanimidade o fato de que a educação brasileira passa por um péssimo momento, caindo nos rankings mundiais ano a ano. Hoje, estamos melhores apenas que a Indonésia e atrás de muitos países com renda per capita muito inferior à nossa. O descaso do Estado com a educação se mostra evidente e as mais variadas propostas são apresentadas.

Todos sabem que os conhecimentos mais valiosos não se aprendem na escola. Mas se eu pudesse escolher apenas uma matéria para acrescentar em todos os currículos, do ensino fundamental ao pós-doutorado, eu escolheria esta:

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Eu quero que o pobre seja rico!

A FRASE DO TÍTULO É DE JAIR BOLSONARO

Ter opiniões divergentes da grande massa sempre foi algo difícil de sustentar. Ainda mais se tratando de Jair Bolsonaro. A imprensa faz questão de divulgar todas as suas frases polêmicas, especialmente no que contraria os interesses da esquerda e do governo. Muitas vezes, ele faz falas felizes e somente seus seguidores dão o devido reconhecimento, como no caso deste vídeo. Jornalistas sempre servirão ao dinheiro, não à verdade, pois são o PT e PSDB que paga bilhões em publicidade para TV´s, revistas e jornais.

Ao mesmo tempo em que ele rebate a acusação do jornalista, explicita uma tática muito comum usada pela esquerda: fazer espantalho dos adversários.

A cultura marxista criou seus dogmas e mandamentos, os quais jamais podem ser questionados e são seu monopólio. Entre eles, se inclui a defesa dos pobres e menos favorecidos. O espantalho que eles criaram funciona assim: somente a esquerda tem o monopólio da defesa dos pobres, e a direita faz de tudo para manter os pobres na miséria enquanto explora seu trabalho e têm vida boa às suas custas.

Nada mais falso, pois o que ocorre é justamente o contrário. A direita deseja que o pobre prospere e ganhe muito dinheiro! Deseja que trabalhe e estude duro, pois quando um pobre ascende à classe média pelos próprios méritos (sem ajuda do Estado), terá maior poder de compra, gerará mais empregos e desenvolvimento para todos.

Quando um indivíduo pobre deixa de ser todos ganham: os ricos, que têm mais consumidores e faturam mais, os pobres, que vão ter mais oportunidades de emprego para suprir sua demanda e o Fisco, que aumentará sua arrecadação sobre renda e consumo. Somente os esquerdistas perdem, pois os eleitores votarão em quem quiser e perceberão que nada devem a eles.

A QUEM DUVIDA QUE ISSO SEJA VERDADE, FAÇO UM DESAFIO: PERGUNTE AOS HOMENS MAIS RICOS DO BRASIL SE ELES PREFEREM QUE OS POBRES CONTINUEM POBRES OU OS POBRES FIQUEM RICOS.

A esquerda criou o mito que o rico não se conforma que o pobre ande de avião, compre seu carro popular zero, frequente shopping centers e faça tudo que a classe média faz há décadas. Mentira! O progresso dos pobres deixa os ricos ainda mais ricos.

Perguntar para um rico se ele quer que o pobre permaneça pobre significa perguntar: e aí rico, você quer perder dinheiro? (Ou deixar de ganhar?) Claro que não!

Os marxistas criaram esse dogma baseados na própria moral, que prega a inveja e o ódio a qualquer um que esteja em melhores condições. Ao invés de buscar o próprio progresso, ele deseja que o rico fique pobre como ele. E que o pobre seja pobre.

Justamente o inverso da verdade: o rico ama ser rico e deseja que os pobres e a classe média desfrute do dinheiro como ele. Assim, torce para que prosperem e todos fiquem mais ricos.

Preso nos seus próprios conceitos, o repórter supôs que Bolsonaro desejasse o mal dos pobres, assim como ele. E recebeu a resposta merecida. Ouviu a verdade sobre o que a direita deseja para os pobres:

EU QUERO QUE O POBRE SEJA RICO!

O que é ter sucesso? O que significa vencer na vida?

Quando se trata do tema sucesso, a maioria costuma dizer “isso é muito relativo”, “cada um tem a sua ideia”, “isso é para poucos”, “isso é muito difícil”. Essas opiniões são equivocadas, pois são baseadas em meias verdades e convenções sociais, quase sempre equivocadas.

Assim, dou minha definição curta de o que é ter sucesso/vencer na vida:

TER SUCESSO É GERAR VALOR PARA TODOS AQUELES COM QUEM CONVIVE, ENTREGANDO BENEFÍCIOS POR TODOS OS LUGARES EM QUE PASSAR.

Isso é, ser bem-sucedido não tem nada a ver com fazer muito dinheiro e levar uma vida de luxo. Devemos ir a fundo nas causas da riqueza e não tomar o efeito pela causa. Apesar de isso ocorrer muitas vezes, não é preciso ser rico e ter uma mega empresa para ter sucesso. Todo aquele que é uma bênção nos lugares onde está é um vencedor.

Existe uma grande confusão, causada pela superficialidade de nossa cultura, de associar sucesso com dinheiro e proeminência profissional. Reiterando, muitas vezes eles estão juntos, mas não podemos tomar a parte pelo todo nem vincular variáveis independentes. Vou exemplificar a seguir:

São exemplos de pessoas bem sucedidas:

  • A dona-de-casa que cuida com presteza de sua família e ama incondicionalmente seu marido e filhos, fazendo de tudo para ter um lar alegre e bonito, fazendo de tudo para agradar à todo o seu círculo social. Sempre é lembrada com carinho por todos e todo lugar por onde passa fica mais feliz.
  • O atendente ou vendedor que procura tratar os clientes da melhor forma possível, a despeito de metas e exigências do empegador. É simpático com todos, sejam clientes, colegas, chefes e todos que passam pela loja. Busca sempre vender o produto que atenda melhor o cliente, ao mesmo tempo em que atende às expectativas do patrão. Quase sempre são recompensados com boas comissões e promoções, pois geram valor para os consumidores e a empresa.
  • O empresário que procura oferecer o melhor produto e serviço possível dentro de sua área de competência, levando valor para todas as partes que se relacionam com o seu negócio. Faz as transações com transparência, trata o consumidor como prioridade, paga um salário justo e provê um  ambiente de trabalho saudável para os seus colaboradores e cumpre com sua obrigações com o governo. Trabalha muito sem deixar de passar momentos agradáveis com sua família, participa ativamente da educação dos filhos e tem momentos de lazer de qualidade para trabalhar melhor.
  • O filantropo que aplica seu dinheiro, tempo e trabalho de forma a maximizar os benefícios gerados para os assistidos e que leva a uma real melhoria na qualidade de vida de todos. Não se deixa influenciar pela opinião dos outros, não se gaba do bem que faz nem faz propaganda dos seus feitos. Sabe que se manter humilde e discreto é parte do seu trabalho.

São exemplo de falsos vencedores, que de fato são pessoas fracassadas:

  • Pessoas que acham que outras devem fazer tudo por elas. Muitas vezes “conquistaram” elevado padrão de vida, mas tratam isso como negociata ou troca de favores. Se acham no direito de receber tudo de mão beijada, pois acham que possuem privilégios que a colocam acima dos demais. Se fazem algo para alguém, sempre será por interesse, exigindo algo em troca. Infelizmente, muitos admiram esse tipo por terem qualidades valorizadas, como beleza, talento ou capacidade de persuasão, mas causam mal-estar e confusão por onde quer que estejam. Neste grupo se enquadram políticos corruptos, profissionais talentosos como alguns artistas e esportistas e mulheres bonitas que buscam um casamento por interesse, dentre outros.
  • Profissionais que colocam a carreira e dinheiro à frente do bem-estar das pessoas que ama. Na busca de melhorar o padrão de vida de sua família, por gostar demais do trabalho que desempenha ou por pensar que quem trabalha muito tem mais valor perante a sociedade, algumas pessoas negligenciam seus momentos de descanso e lazer e levam muitos recursos materiais para casa, mas esquecem de dar aos entes queridos algo muito mais valioso: seu tempo e sua atenção. Sua família está financeiramente bem, mas emocionalmente miserável. Isso significa fracasso familiar.
  • Pessoas que contrariam a lei e abrem mão de seus valores para obter dinheiro, vantagens ou prazeres por meios ilegais ou imorais, gerando prejuízo ao próximo. Nessa categoria se incluem diversos tipos de pessoas, desde aquele empresário que vende produtos que não entregam o que anunciam aos clientes; o vendedor que empurra um produto pensando apenas em aumentar a sua comissão; o colega de trabalho que puxa o saco do chefe e o tapete dos colegas visando a uma promoção a qualquer custo; o traficante de drogas, que causa danos à vida alheia em troca de dinheiro; o aliciador de mulheres que pensa que a matéria vale mais que a dignidade; o homem que assedia uma mulher forçando-a a algo que não quer e a mulher que exige algo dos homens em troca de sexo, se valendo da fraqueza moral destes. Pessoas que abandonam seus valores, fazem coisas ilegais ou imorais e prejudicam outros para se beneficiar são perdedores.
  • Pessoas que fazem boas ações visando apenas melhorar sua imagem, fazer auto-propaganda ou inflar o próprio ego: em vez de pensar no próximo, penam apenas em si mesmas e em “ficar bem na foto”. Agem pensando primeiro em si mesmas e deixam os beneficiados em segundo plano. Estes trocam toda a nobreza da caridade pelo orgulho e autopromoção, ficando seu benefício limitado à satisfação de sua soberba, fracassando na boa intenção pretendida.

Quem possui uma visão parcial do sucesso, tomando a parte pelo todo e a causa pelo efeito, vai dizer que o sucesso é relativo. Mal sabem elas que o sucesso absoluto existe e sempre existiu, além de ser muito fácil de se obter: gerar valor para as pessoas e para a sociedade. Simples assim.

A importância de fazer as escolhas certas

As pessoas atribuem muitas coisas à sorte ou ao sobrenatural, especialmente as que impactam negativamente suas vidas. Por preguiça de parar para refletir sobre como tem passado suas vidas e como têm feito suas escolhas, preferem associar os acontecimentos ao azar ou culpar pessoas e/ou circunstâncias externas. Na maior parte das vezes, seus problemas derivam de más escolhas.

Desde crianças somos obrigados a fazer escolhas e tomar decisões, muitas vezes sobre coisas que ignoramos. Já na escola, podemos optar entre estudar com afinco para estar entre os melhores da classe ou simplesmente fazer o mínimo para passar de ano. Em nosso tempo livre, podemos estudar inglês ou jogar bola, fazer academia ou ver TV. No terceiro colegial, podemos fazer cursinho a fim de entrar em uma boa universidade ou curtir a vida de baladas e viagens com a turma do fundão. Tudo parece muito inocente nessa idade, mas seu impacto no futuro altera drasticamente os resultados obtidos pelo indivíduo.

Em finanças, se fala muito da importância dos juros compostos, e a mesma lógica vale para trabalho e estudo: quanto antes a pessoa começa a correr atrás, mais cedo vai desfrutar dos resultados.

Muitos não fazem as escolhas corretas na vida por falta de orientação pela omissão dos pais, pois estes também não se esforçaram e não sabem orientar os mais jovens, repetindo aquilo que seus pais, professores e amigos os ensinaram a vida inteira, na linha do “deixa a vida me levar”. Ignoram a importância de fazer as escolhas certas no tempo certo. Dizem que é muito cedo para se preocupar, que podem correr atrás quando forem mais velhos e os jovens não tomam nenhuma decisão importante para a idade. Isso é muito perigoso, pois na maioria das vezes, não tomar uma decisão é a pior decisão a se tomar, causando sérios problemas. Geralmente é tarde demais.

Ou pior ainda, alguns pais criticam aqueles que têm sucesso, os chamando de gananciosos, antissociais, arrogantes e outros adjetivos depreciativos, e atribuem seu próprio fracasso aos bem-sucedidos, ensinando crenças limitantes na linha do:

  • “esse mundo é injusto, uns têm tanto e outros têm tão pouco”;
  • “só se dá bem que se envolve com coisas desonestas”;
  • “ele teve a sorte de conhecer alguém poderoso”;
  • “ele é muito inteligente, isso não é para as pessoas comuns”
  • “só quem nasce rico tem essas oportunidades”;
  • “se eu tivesse a “””sorte””” que ele teve, eu também teria me dado bem”

Dentre tantas crenças limitantes que envenenam a mente dos jovens e impedem este mundo de ser um lugar melhor. Muito mais nocivo que não ensinar os mais novos a fazerem as coisas certas, é desmerecer quem se esforçou e dizer que tomaram ações desonestas ou foram favorecidos de alguma forma por alguém, por um dom natural ou pela sorte. As pessoas que transmitem esse tipo de informação cometem um crime contra a juventude, pois estraga o futuro desses quando fecham suas mentes ao sucesso e o condena a viver uma vida medíocre, cheia de dificuldades, inveja e amargura.

Critico fortemente aqueles que atribuem sucesso a sorte, dons naturais, favorecimentos, apadrinhamentos e desonestidade, quando na esmagadora maioria das vezes ele foi fruto de decisões acertadas no tempo correto. Geralmente no começo da adolescência, aos 11 ou 12 anos de idade, quando todos ainda têm uma visão muito limitada da vida, os bem-sucedidos já começaram sua jornada e saíram na frente. Quando bem orientados, fazem boas escolhas em sequência, e quando a maioria começa a perseguir o sucesso, perto dos 30 anos, esses já estão adiantados no caminho e realizaram muito. Não tiveram sorte ou privilégios, apenas embarcaram nas oportunidades que a vida dá a todos, e colhem os frutos no tempo certo.

Para Deus, não existem escolhidos ou privilegiados. Apesar de alguns enfrentarem mais dificuldades e obstáculos que outros, todos podem obter o sucesso via esforço próprio, sem exceção. A sorte tem um peso muito menor do que se imagina, apesar de alguns precisarem remar muito mais do que outros. Não devemos atribuir ao azar o fruto de más escolhas feitas em sequência por um período prolongado. A possibilidade de mudança e melhoria de vida existe para todos, desde que se decida mudar e fazer o trabalho de desenvolvimento pessoal. Esse sempre ajuda a sorte.

Citando uma frase célebre de Thomas Jefferson:

“Eu acredito demais na sorte. E tenho constatado que, quanto mais duro eu trabalho, mais sorte eu tenho.”