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Quebrando tabus da esquerda: direitos trabalhistas

derechu

Um dos maiores tabus criados pela esquerda brasileira consiste da defesa da CLT e dos direitos trabalhistas como algo sagrado e intocável. Tal crença se iniciou nos anos 1930 com Getúlio Vargas, simpatizante do fascismo sindicalista de Mussolini. Inspirado na Carta del Lavoro, criada pelo Duce, o dito pai dos pobres concebeu a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) como livro sagrado contra a opressão dos donos do capital, a qual teve direitos ampliados por todos os governantes desde então.

Pode-se dizem com precisão que a CLT é uma lei de origem fascista, o socialismo sindicalista. Benito Mussolini iniciou sua carreira política como líder sindical e defendia a propriedade dos meios de produção pelos trabalhadores. Exatamente como uma nefasta figura que já foi muito popular em terras tupiniquins e em breve será tirada da sociedade para sempre (se Deus quiser!).

Com o passar das décadas, a fé no Estado como protetor dos trabalhadores aumentou paulatinamente, a ponto de qualquer menção a modernizações nas leis laborais e previdenciárias se tornou uma blasfêmia. Com o intuito de amealhar votos, políticos populistas criaram novos direitos e benefícios de forma sistemática, até chegarmos na situação atual de alto desemprego e baixa produtividade. Infelizmente, pode-se afirmar que a regulamentação laboral prejudica o trabalhador.

Novas visões e novas propostas para a melhoria das condições de trabalho e vida do povo brasileiro se mostram urgentes, com descrevo abaixo:

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Por que os bancos cobram juros tão altos no Brasil?

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É muito comum ver as pessoas se indignarem (com razão) com a altíssima taxa de juros no Brasil, mas a verdade é que poucos sabem porquê isso acontece – e a explicação é muito simples.

Entenda como é composta a taxa SELIC e sua formação. E como diminuir o montante de juros pagos aos bancos e maximizar o valor pago a você.

Sua realidade pode mudar ao saber esse conceito econômico simples, até para estudantes de sexto ano do fundamental:

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Por que a CLT precisa ser modernizada

A CLT foi inspirada na Carta del Lavoro, promulgada por Benito Mussolini e seu governo fascista. Afirma dar muitos direitos aos trabalhadores, mas esconde que cobra muito caro por eles.

A CLT fascista tira o direito dos mais pobres de ter carteira assinada e extermina empregos, devido ao alto custo que gera para manter um funcionário.

Governos de esquerda como o fascista e o do PT adoram cargas tributárias altíssimas, piorando ainda mais a condição dos mais humildes, como mostra a tabela abaixo.

Tudo o que Mussolini fazia os petistas adoram: burocracia, estado inchado, altos impostos, controle estatal da economia, protecionismo, compra do apoio de empresários, controle da imprensa, desarmamento, supressão de liberdades e por aí vai. Mussolini se orgulhava muito da CdL, assim como os esquerdistas brasileiros amam a CLT.

Tudo, absolutamente tudo que o PT e o PSDB fazem, Hitler e Mussolini faziam. E a direita é que é fascista, né?

A culpa que os cidadãos têm em engordar os lucros dos bancos

lições mais importantes sobre finanças

Este é o momento de revolta contra os bancos, seus lucros e o consumismo do povo brasileiro, que os alimenta. Todos reclamam que os bancos ganham muito dinheiro e exploram a população, mas se recusam a mudar comportamentos que alimentam esse quadro. Há muita hipocrisia e ignorância por parte dos brasileiros com relação aos bancos.

Mas preciso falar que as instituições financeiras ganham bilhões por aqui por um único motivo:

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Limite seus desejos e não dependa do dinheiro para ser feliz

A maioria das pessoas busca a felicidade, mas acredita que a conquistará quando todos os seus desejos forem satisfeitos. Por isso, o conceito de felicidade é tão controverso. Ao se fazer a pergunta “o que é felicidade?” a um milhão de pessoas, jamais serão obtidas duas respostas idênticas. Em nossa sociedade, ela é altamente correlacionada com dinheiro, trazendo à tona uma questão altamente polêmica, que é “Dinheiro traz felicidade?”. Fiz minha pesquisa pessoal e encontrei minha própria resposta.

Para isso encontrei duas respostas, uma absoluta e outra relativa. A absoluta é: o dinheiro aumenta a felicidade até uma certa quantia que permite o atendimento das necessidades básicas e acesso a produtos e serviços que melhoram a qualidade de vida, como um bom plano de saúde e boas escolas para os filhos. Após essa fronteira, sua contribuição para o aumento da satisfação é pequeno. Conforme estudo da Universidade de Michigan, esta fronteira se situa entre US$ 60 mil e US$ 110 mil, dependendo da região. Grosso modo, aqui no Brasil esta faixa varia entre R$ 60 mil e R$ 110 mil. Até esta faixa de renda, o dinheiro contribui fortemente para o aumento de felicidade, isso é comprovado cientificamente.

Mas dou um aviso: o dinheiro é PARTE da felicidade, outros fatores devem ser considerados, como relacionamento familiar, nível de educação, atividade religiosa, satisfação com o trabalho, alternativas de lazer, dentre tantas. O dinheiro é importante para a felicidade, mas não podemos tomar a parte pelo todo.

Agora dou a parte relativa da resposta: observei um ponto em comum em todas as pessoas que a possuem em maior grau: elas limitam seus desejos. Não desejar trocar de carro ou viajar várias vezes para o exterior todo ano, consumir apenas o essencial, sem excessos, não ter hobbies caros, dentre outros, faz as pessoas dependerem menos do dinheiro para conquistar a felicidade. Por isso vemos pessoas com poucos recursos financeiros com alto grau de felicidade e muitos ricos altamente insatisfeitos e ansiosos. Qual a diferença entre eles? Um limita seus desejos, o outro não.

Quando colocamos como para nossa felicidade a compra de bens e serviços que consomem muitos recursos financeiros, viramos escravos da sociedade de consumo. O segredo para limitar a influência do dinheiro e da matéria é não querer tudo o que vê nos anúncios e desejar comprar menos, especialmente bens supérfluos. Assim como a grande maioria da sociedade, luto arduamente contra os meus desejos e estou muito longe de vencer.

Quem não deseja, não sofre. O desapego da matéria aumenta a felicidade.

Dívida e consumismo: as drogas mais nocivas à sociedade

Muito se fala sobre o mal que as drogas lícitas e ilícitas causam. Claro que elas são terríveis e as consequências deletérias leva uma parcela significativa da sociedade à ruína. Mas existem dois vícios relacionados que também são muito perigosos porque atingem uma parcela muito maior da sociedade, apesar de os danos serem apenas à saúde mental: o consumismo desenfreado e a dívida contraída para sustentá-lo.

Consumismo e dívidas trazem doenças, danos à saúde física e mental, destroem famílias, causam divórcios, falências empresariais, desemprego e miséria total. Ressalto que a nocividade do consumismo e dívidas é subestimado em nossa sociedade, e deveria ser considerado uma epidemia, com atuação forte do governo e de profissionais na prevenção, como ocorre com viciados em drogas, tabaco e álcool. O que nos resta é a educação que os pais dão em casa, muitas vezes eles próprios levando à dependência do consumo.

Um brasileiro que tenha um saldo bancário de 1 real e não tenha dívidas de nenhum tipo é mais “rico” que 40% da população. Ou seja, 40% das pessoas ainda ficariam com débitos se vendessem tudo o que tem. Isso é alarmante e mostra o quanto o problema é grave.

Ainda existem outras pessoas que possuem bens financiados, como imóveis e carros, mas que se perderem sua fonte de renda, não teriam como arcar e veriam seu patrimônio virar pó. os que estão nessa situação representam mais 20%. Elas têm a crença de que não se constrói patrimônio sem fazer dívidas, o que pode ser muito perigoso se feito de forma imprudente.

Somente 25% dos brasileiros possuem poupança ou algum investimento, o que é bastante preocupante, pois se alguma despesa imprevista como um conserto caro de imóvel ou carro, ou doença não coberta pelo plano de saúde podem forçar a pessoa a contrair dívidas e prejudicar seu bem-estar e de sua família.

Quais são as causas desse problema social grave?

  1. Falta de educação financeira formal – Apesar de haver vasto material sobre educação financeira no mercado, não aprendemos educação financeira na escola. Isso significa que apenas uma minoria irá atrás do conhecimento de maneira voluntária, ou forçada por uma situação difícil na qual precisa de uma saída urgente. Dinheiro ainda é tabu na maioria das famílias e a escola não aborda, por isso a sociedade precisa vencer esta barreira como já superou outras, pelo bem do povo.
  2. Educação financeira pobre em casa – Como as crianças não tiveram educação financeira na escola, a maioria aprende sobre ela em casa com os pais, familiares ou amigos. O problema grave é que estas pessoas frequentemente têm maus hábitos em lidar com o dinheiro, transmitindo conhecimentos equivocados e perpetuando erros e maus ensinamentos como “o dinheiro é a raiz de todo o mal”, “dinheiro não traz felicidade”, “quem tem dinheiro resolve todos os problemas”, “os ricos são maus e gananciosos”, “só fica rico quem faz coisas erradas”, dentre milhares. Tudo isso deseduca o povo e leva as pessoas a viverem uma vida cheia de dívidas.
  3. Excesso de marketing e oferta de produtos – Todo ser humano deseja o melhor para si e para os que estima, e isso inclui a compra de produtos e serviços que atendam suas necessidades. Esta é uma necessidade legítima, até o ponto em que se passa a comprometer toda a renda ou até mais do que ganha para satisfazer esses desejos, levando à ruína financeira. Uma pessoa que atende a todos os apelos do consumo vira escrava do sistema e as consequências são gravíssimas a longo prazo. Quando a sociedade despertar para isso, as pessoas serão mais saudáveis e felizes.
  4. Grande oferta de crédito – Nos últimos dez anos, o aumento da oferta de crédito tem sido estimulada pelo governo e o bancos atenderam. A isso se soma o aumento da bancarização da população, que passou a ter acesso a estes empréstimos sem ser instruída sobre como eles funcionam, o quanto eles custam e como obter as condições mais vantajosas, tem sido péssima para a saúde financeira dos brasileiros especialmente os mais pobres. O consumidor vai ao caixa eletrônico e aparece na tela a mensagem “Você tem R$ 2.000,00 disponíveis no crédito pessoal instantâneo. Deseja contratar agora?”. E a pessoa que muitas vezes nem queria fazer o financiamento é seduzida pela facilidade de obtenção, mas isso tem uma armadilha: as taxas de juros são altíssimas, o que significa dizer que um empréstimo em 12 meses tem encargos de mais de 100% no período, ou seja, paga-se o dobro para o banco.
  5. Cheque especial e cartão de crédito – Duas armas de destruição em massa, principalmente em mãos incautas. Entrar no cheque especial e no rotativo do cartão de crédito equivale a pegar um empréstimo, mas a taxa altíssimas, que ultrapassam facilmente 300% ao ano. Isso significa que quem empresta R$ 1 mil no cartão de crédito pagará mais de R$ 4 mil ao final de um ano, sendo que R$ 3 mil são só de juros. Quando se junta crédito fácil e muita vontade de consumir, está armada a arapuca, que aprisionará o devedor por muitos anos.
  6. Financiamentos de longo prazo – Geralmente feitos para aquisição de bens de alto valor, como veículos ou imóveis. Apesar de as taxas de juros serem menores, costumam comprometer grande parte da renda por um longo período, podendo gerar queda da qualidade de vida por conta do achatamento dos ganhos disponíveis e causar problemas gravíssimos em caso de perda de emprego ou falência. Na crise das hipotecas subprime que ocorreu em 2008 nos EUA, muitas pessoas financiaram imóveis que se desvalorizaram e perderam o emprego. Foram à bancarrota quando ficaram com dívidas enormes, além de perder o imóvel. Como não se sabe o que ocorrerá daqui a 10 ou 20 anos, esse tipo de empréstimo exige cuidado redobrado.
  7. Características culturais do brasileiro – O brasileiro é consumista por natureza, cultura esta aprendida com os americanos. Os brasileiros gostam de ter o que há de melhor e mais caro, gostam de se exibir, de viajar e de desfrutar dos melhores restaurantes e viagens disponíveis. Por aqui, esta característica é mais marcante do que em outros povos, e esta sede de viver o hoje e o agora tem trazido sérios problemas financeiros a cerca de metade da população.

E qual é a solução para isso? O exato oposto do descrito acima. Levar as pessoas a refletir sobre o que, quando e quanto consomem, fomentar a educação financeira, ensinar a usar o crédito com consciência e da maneira corretas, estimular a poupança e investimento a níveis semelhantes ao de países desenvolvidos e trabalhar as questões culturais, para que as pessoas desfrutem de mais produtos e serviços preservando a saúde financeira. Desprogramar crenças pobres sobre dinheiro incutidas na mente das crianças, que atrapalham na relação saudável com as finanças e levam a sérios problemas, se não tratado.

Toda esse descaso com os problemas financeiros da população e a falta de seriedade em seu enfrentamento tem prejudicado enormemente as pessoas e famílias, especialmente as mais pobres. Muito há de ser feito por todos e um longo caminho será percorrido. Tenho fé que a sociedade compreenderá melhor as questões financeiras.