lula mussolini

As três derrotas da esquerda brasileira desde 1945 – e a próxima ocorrerá em breve

Getúlio Vargas, ditador fascista, criador da CLT e simpatizante do Eixo, foi deposto em 1945 após a derrota de seus aliados na II Guerra Mundial, Hitler e Mussolini, para Winston Churchill, assegurando a vitória das democracias de livre mercado.

Seu regime caiu e voltou ao poder. Cometeu suicídio em 1955 e marcou o fim no nazi-fascismo no Brasil, liberando o caminho para os comunistas capitaneados por João Goulart.

Após receber auxílio e apoio financeiro de Cuba e União Soviética, João Goulart tentou dar um golpe comunista em 1964. Novamente, a esquerda brasileira foi derrotada.

Não satisfeitos, os socialistas emprenderam a luta armada com a criação de organizações terroristas como ALN, VPR, VAR-Palmares, Colina, PCB, PCR e outras dezenas, liderados por ídolos do atual establishment como Carlos Marighella, Carlos Lamarca, Carlos Araújo (ex-marido de Dilma Rousseff).

Foram derrotados novamente pelos militares, afastando a ameaça de golpe de estado e implantação de uma ditadura comunista aos moldes cubanos, assegurando o regime democrático que vivemos atualmente.

Assim como o período militar consistiu na versão brasileira da Guerra Fria, a luta entre as ditaduras socialistas e democracias capitalistas, a batalha de Estados Unidos e reino Unido contra a União Soviética. Liderados por Ronald Reagan e Margaret Thatcher, houve novo êxito para os defensores do livre mercado ante os comunistas soviéticos, marcada pela queda do muro de Berlim em 1989.

A partir daí, muitos passaram a dar o socialismo por morto e enterrado. Ledo engano. Em mais uma de suas muitas metamorfoses, transformou-se em globalismo e se vale do método gramsciano para obter o poder absoluto pela via cultural. Liderados por grandes capitalistas, notadamente George Soros, sua principal meta objetiva a instalação de um governo mundial, ilegítimo, sem participação popular e controlado pela elite illuminati.

Sua estratégia se baseia na corrupção da família e implantação de pautas visando a desagregação da sociedade por meio da luta de classes, feminismo, gayzismo, apologia às drogas e ao aborto, defesa de criminosos, desarmamento da população civil, priorização de decisões políticas em detrimento da livre iniciativa popular, assistencialismo, controle da mídia e concentração de poder nas mãos de poucos políticos e empresários socialistas.

Uma pequena parcela da população se insurge contra estas pautas, amplamente divulgadas pelos meios de comunicação como benéficas, ocultando os objetivos verdadeiros de tomada absoluta do poder para um pequeno grupo de burocratas. Novamente, buscando a meta final porposta por Karl Marx: o poder absoluto e total controle do Estado sobre a vida de todos os seres humanos.

A primeira tentativa, feita por Hitler e Mussolini, fracassou. Winston Churchill e Theodore Roosevelt derrotaram a primeira versão do socialismo. Getúlio Vargas, o fascista brasileiro, caiu junto com os outros dois.

Na segunda empreitada, liderada por Stálin, Mao Tse-Tung, Ernesto Che Guevara, Fidel Castro e dezenas de outros ditadores, os capitalistas Ronald Reagan e Margaret Thatcher venceram os comunistas em 1989. No Brasil, os cinco presidentes militares derrotaram os guerrilheiros Marighella e Lamarca e mantiveram o Brasil como país livre.

O marxismo cultural é liderado por George Soros, burocratas da ONU e ONG´s financiadas por metacapitalistas. Este movimento também recebe os nomes de ditadura do politicamente correto, establishment e Nova Ordem Mundial. Artistas de Hollywood, a grande mídia mundial, ativistas e intelectuais de esquerda também lutam pela implantação do socialismo pela via gramsciana.

No Brasil, sua versão se chama sistema Globo/Veja/Folha de São Paulo/PT/PSDB/PMDB/PcdoB/PSOL/DEM e estamento burocrático. Os principais nomes do socialismo brasileiro são os ex-presidentes José Sarney, FHC, Lula e Dilma Rousseff, os petistas José Dirceu, José Genoino e Eduardo Matarazzo Suplicy, os peemedebistas Renan Calheiros e Eduardo Cunha, no comando do Congresso Nacional durante os últimos 15 anos, os tucanos José Serra, Aécio Neves e Geraldo Alckmin, defensores do esquema globalista no Brasil.

Um exército de artistas, jornalistas e intelectuais que tomaram a imprensa e as universidades públicas militam a favor do marxismo cultural por meio da imprensa, totalmente subserviente aos interesses dos governos de esquerda, capitaneados pelo PT, PMDB e PSDB. Nesta terceira tentativa de implantação do socialismo no planeta, as armas são outras e mais refinadas.

Felizmente, o marxismo cultural sofre forte oposição da esmagadora maioria da população, defensora da democracia de livre mercado e liberdades civil, religiosa, de livre iniciativa e defesa da propriedade. O símbolo de resistência à ditadura do politicamente correto e do globalismo é o presidente americano Donald J. Trump, o qual se opõe abertamente à pauta da Nova Ordem Mundial, ao terrorismo radical islâmico e a países comunistas como Cuba, Venezuela, Coreia do Norte e Zimbábue.

No Brasil, o movimento anti-establishment ganha corpo e ganha seguidores. A gravíssima crise econômica e escândalos de corrupção protagonizados desde o governo FHC, e amplificados nos governos Lula e Dilma/Temer também contribuem para o fortalecimento de liberais e conservadores por aqui, em oposição aos socialistas que nos governam há 32 anos.

Nos dias de hoje, o principal nome anti-establishment brasileiro é Jair Bolsonaro. Ele afirma abertamente que pretende derrotar o socialismo no Brasil pela terceira vez. Se posiciona ao lado de Winston Churchill, Ronald Reagan, Margaret Thatcher e dos presidentes militares, se posicionando ao lado de Donald Trump e Theresa May contra George Soros, ONU, União Europeia e Nova Ordem Mundial.

O capitalismo prevalecerá novamente. Na disputa Churchill X Hitler, vitória da democracia. No Brasil, Vargas também sofreu a primeira derrota dos socialistas brasileiros. Nos anos 1980, Reagan e Thatcher derrotaram os soviéticos, assegurando a segunda vitória capitalista. Por aqui, os militares derrotaram os guerrilheiros comunistas e garantiram nossa liberdade.

Nos próximos anos, Donald Trump derrotará George Soros. No Brasil, Jair Bolsonaro derrotará Lula, FHC, Marina Silva, Ciro Gomes e José Sarney. No século XXI, o marxismo deverá ser morto e enterrado de uma vez por todas e o socialismo será lembrado como o sistema político e econômico de maior fracasso na história da humanidade.

 

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