Por que chamar Bolsonaro de fascista ou nazista é absurdo

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Créditos da foto ao finado Bolsonaro Zuero, vítima da censura imposta pela ditadura do politicamente correto.

Todos nós sabemos que esquerdistas têm o cacoete de chamar liberais, conservadores e todos os que discordam de suas ideias de fascistas. Conforme profetizado por Winston Churcill, os fascistas do futuro chamariam a si mesmo de antifascistas – afirmação corroborada pela esquerda atual.

Refutar racionalmente o argumento “Bolsonaro é nazista/fascista” é muito fácil. A verdade abaixo vai varrer esta falácia do debate rapidamente.

O termo nazismo é uma abreviação da palavra NACIONAL-SOCIALISMO. Os historiadores brasileiros e de outros países, agindo de má-fé, criaram esta corruptela para tentar ocultar que o nacional-socialismo foi um regime socialista, de origem marxista, reescrito quase na íntegra por Adolf Hitler na sua obra Mein Kampf, com adaptações que lhe foram convenientes.

Aí está o primeiro absurdo. Bolsonaro ataca o socialismo de forma incisiva em seus discursos. Relembrando que o fascismo e o nacional-socialismo são regimes socialistas, conforme afirmado pelos próprios Hitler e Mussolini (ouça os próprios afirmarem que são socialistas neste link). Como Bolsonaro pode ser chamado de socialista se defende a democracia e liberdade, e critica duramente os regimes cubano e venezuelano?

Adolf Hitler se dizia socialista, combatia o liberalismo e a democracia abertamente. Afirmava que o estado deveria controlar tudo o que acontecia no país. Assim como seus colegas Mussolini, Stalin e Mao Tse-tung, defendia uma sociedade sem classes sociais, pregando o extermínio das elites econômicas, a expropriação da propriedade privada pelo Estado para distribuição entre todos e a obediência total dos cidadãos aos governantes.

Bolsonaro, assim como todos os conservadores e liberais, defendem exatamente o contrário. Para ele, a propriedade privada é sagrada, a liberdade dos pais sobre como educar seus filhos (sem interferência do estado), a independência do cidadão de ajudas governamentais, o direito à legítima defesa e porte de armas, a liberdade de imprensa e deseja que o pobre prospere pelo próprio esforço. Hitler, assim como Mussolini e Stalin, era contrário a tudo isso.

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Por outro lado, os comunistas, fascistas e nacional-socialistas eram contra a família tradicional, o planejamento familiar, a favor do aborto e da promiscuidade sexual entre os jovens. Eles compreendiam que tais práticas enfraquecem a família, o maior inimigo que um governo totalitário pode enfrentar para impor seu projeto de poder, o qual só pode ser implantado em uma sociedade desestruturada. Os partidos de extrema-esquerda do Brasil (PT, PCdoB, PSOL e congêneres) também defendem essa pauta.

Bolsonaro também compreende muito bem a importância da família, mas para atuar em sentido contrário. Ele sabe que uma família forte e estruturada fica menos suscetível à manipulação e subserviência a governantes inescrupulosos como Lula, Dilma, FHC, Aécio, CIro Gomes e Marina Silva. Por isso Bolsonaro defende a família de forma tão fervorosa, a exemplo de Ronald Reagan e Margaret Thatcher.

Os esquerdistas tentam criar aparentes semelhanças com os nacional-socialistas e fascistas que geram muita confusão em pessoas que não estudaram história de forma independente, as quais caem por terra em uma análise mais profunda. Os quatro pontos abaixo fazem tais falácias cair por terra.

1 – Bolsonaro é autoritário: Na verdade, os socialistas como um todo precisam do autoritarismo para impor suas pautas, pois o marxismo não se sustenta sem a coerção estatal, sua principal base. Como o líder do nacional-socialismo, Hitler seguiu à risca os mandamentos de Karl Marx, assim como Mussolini e todos os países adeptos do internacional-socialismo (comunismo).

Mas como Bolsonaro pode ser autoritário se não é socialista? Na verdade, seus inimigos o acusam daquilo que eles são. Seu episódio mais emblemático consiste na discussão do kit gay a ser implantado nas escolas, contra o qual Bolsonaro lutou bravamente e impôs essa derrota à ideologia de esquerda. Esta afirma que ele é autoritário por não permitir que as crianças aprendam sexo na escola, contra a vontade de alguns pais e como parte integrante do currículo do MEC. Este se mostra no típico caso de inversão de acusação;

Autoritária é a extrema-esquerda que deseja impor às crianças um assunto polêmico, o qual deveria ser tratado apenas por maiores de 18 anos. Muitos socialistas se posicionam contra o projeto, contra o PT e PSOL e do lado de Bolsonaro, especialmente os social-democratas. Eles compreendem que ele lutou pela liberdade de os pais educarem os filhos sem interferência do governo e defende a liberdade de adultos escolherem gênero e opção sexual, sem contaminar a infância com assuntos adultos.

Hitler, Stalin, Mao e Mussolini acreditavam que o Estado deve controlar com mão-de-ferro a educação das crianças. A extrema-esquerda brasileira tenta impor a agenda socialista nas escolas. Bolsonaro defende que os pais sejam livres para ensinar aos filhos o que desejarem, sem intervenção político-governamental. Quem é mesmo o nazista?

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2 – Bolsonaro é militarista, como Hitler e Mussolini: E todos os ditadores comunistas, sem exceção. E todas as teocracias islâmicas e ditaduras africanas.

Ain, mas Bolsonaro defende a ditadura militar! 

Falar ditadura militar é uma redundância. Toda ditadura é militar, sem exceção! Não existe socialismo sem ditadura, pois no final toda a população fugiria do país por falta de comida e todo tipo de recurso. Com todo mundo recebendo o mesmo salário, a maioria dos cidadãos não trabalharia. Assim, o governo precisa usar de coerção para fazê-los produzir. Ditadores socialistas exigem obediência absoluta.

Traduzindo em miúdos: todo ditador precisa ter um exército para fazer valer sua vontade. Por esta razão, os países internacional-socialistas gastam a maior parte de seu orçamento em atividade bélicas.

Existem duas abordagens que um governo pode adotar sobre assuntos bélicos: para defesa contra ameaças internas e externas ou para conquista de outros povos e expansão do império.

A primeira é típica dos Estados Unidos, Israel e dos países ocidentais em geral. Prevê que a violência estatal deve ser usada apenas para coibir criminosos e manter o estado de direito da nação, no âmbito interno – função das polícias – e proteger as fronteiras de invasores estrangeiros – função das Forças Armadas. A invasão de outros países, expansão das fronteiras e conquista de povos estrangeiros não se aplicam no contexto atual, pós-segnda guerra.

Por outro lado, ditadores socialistas como Hitler, Mussolini, Stalin, Mao e congêneres afirmam explicitamente que seus exércitos devem ampliar as fronteiras do regime e conquistar outras nações, a exemplo da guerrilha sangrenta feita na América Latina nos anos 60 e 70, e a invasão empreendida por Hitler na Europa a partir de 1939, amplamente apoiada pelos comunistas até 1942, quando o Führer traiu os acordos feitos com Stalin e invadiu a Rússia.

Nos dias de hoje, quem assumiu o papel da luta armada para invasão e conquista de outros países são as teocracias islâmicas, as quais também são regimes socialistas. Curiosamente, os inimigos são os mesmos de Hitler e Stalin: democracias de livre mercado, como EUA e Inglaterra. E os apoiadores dos terroristas muçulmanos são os mesmos que apoiaram o nazismo e comunismo: os socialistas.

E do lado de quem está Bolsonaro? Dos judeus e cristãos ou dos muçulmanos e comunistas? Bolsonaro apoia os EUA ou Coreia do Norte? Ele defende a polícia e as Forças Armadas para defender o cidadão trabalhador e a soberania nacional ou para fazer guerras para conquistar outros países, como fez Che Guevara e Dilma Rousseff?

A resposta é clara: Bolsonaro defende os militares para garantir nossa liberdade e nossos direitos básicos. A extrema-esquerda quer exércitos para impor sua agenda e subjugar outros povos à sua ideologia, com dezenas de milhões de mortos. Ao contrário de muiitos petistas, Bolsonaro nunca matou ninguém.

3 – Bolsonaro é fascista/nazista porque odeia comunistas: A velha falácia de que fascistas e nazistas são de extrema-direita, quando são de extrema-esquerda como o comunismo. As três ideologias se mostram extremamente parecidas, assim como o totalitarismo islâmico se formou da aliança entre muçulmanos e soviéticos para combater as democracias capitalistas do Ocidente, como Hitler e Mussolini.

A verdadeira extrema-direita são os libertários e anarco-capitalistas, os quais pregam a total ausência de governo, leis e regulamentações. O exato oposto dos petistas, tucanos e demais socialistas, os quais acreditam que o Estado deve ser dono de tudo, inclusive das pessoas. Ou numa versão keynesiana, intervir em tudo o que lhe interessar, cooptando indivíduos e empresas com benefícios, proteções e assistencialismo.

Vale lembrar que socialistas mataram mais outros socialistas do que os soldados de países democráticos e de livre mercado. Da mesma forma que bandidos do PCC são mortos em maior número por marginais do CV e FDN do que pelas Polícias Civil e Militar. Stalin matou Trotsky. Também matou o próprio filho. Kim Jong-Un, o ditador norte-coreano de cabelo engraçado, matou o próprio tio. Fidel Castro matou vários antigos aliados por divergências políticas. Socialistas se matarem uns aos outros se constitui em uma tradição, quase uma obrigação. Por isso o PT matou Celso Daniel e Toninho do PT.

4 – Mas Hitler e Mussolini também eram conservadores: Como bons esquerdistas, eles distorceram o significado original do termo e criaram o seu próprio, sem eco no conservadorismo secular defendido por Churchill, Thatcher, Reagan, Trump e…Bolsonaro.

Para os socialistas, ser conservador significa obediência estrita às ordens do ditador. A única semelhança consiste no respeito à lei e à ordem. Mas não por amor à liberdade, mas por medo da violência estatal. O nacional-socialismo era desarmamentista, antirreligioso, contra a família tradicional, a favor do aborto e da promiscuidade sexual, contra o trabalhador ser dono de seu próprio destino e desfrutar do produto de seu trabalho sem a mordida estatal, contra a propriedade privada e a liberdade religiosa.

Enfim, o “conservadorismo” nazista e fascista era igual ao modelo comunista e à “liberalidade” da extrema-esquerda brasileira, sendo a disciplina e ordem o único ponto divergente entre eles. E o exato inverso do verdadeiro conservadorismo defendido por Bolsonaro.

BÔNUS: Como Bolsonaro pode ser chamado de nazista se viaja frequentemente a Israel e Estados Unidos para conversar com líderes judeus e cristãos, arqui-inimigos dos islâmicos e da extrema-esquerda. A foto que ilustra este artigo destrói este argumento, por si só.

O ex-deputado Babá, do PSOL, partido radical de extrema-esquerda, aparece queimando uma bandeira de Israel em uma manifestação, mostrando claramente o tradicionalíssimo antissemitismo da esquerda, iniciado por Hitler e muito presente na esquerda marxista moderna.

baba queima bandeira de israel baba nazista

CONCLUSÃO

Comunismo prega o ódio e extermínio da classe burguesa (donos do capital). O fascismo pregava o extermínio dos grandes empresários e o controle total da nação pelo governo. Mussolini dizia “Tudo dentro do Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado”. O nacional-socialismo pregava o ódio racial e contra as elites, à qual pertenciam os judeus. O islamismo político prega o extermínio dos infiéis (não-muçulmanos) e o controle total do país pelo ditador.

Bolsonaro, os liberais e conservadores pregam o extremo oposto dos regimes descritos acima. Quando um esquerdista chama alguém que discorda de suas ideias de nazista ou fascista, segue um velho mandamento comunista:

“Xingue-os daquilo que você é, acuse-os daquilo que você faz.”

Josef Stalin

Inclusive de ser nazista ou fascista.

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