A melhor medida que VOCÊ poder fazer para ajudar o Brasil a sair da crise

brasil saindo da crise

A crise econômico-política-moral que assola o Brasil desde 2013 traz severas consequências, sem sombra de dúvida. Por outro lado, cidadãos mais sábios e esclarecidos apresentam forte crescimento pessoal e familiar neste cenário desafiador. Não seguem a multidão e suas ações representam o exato oposto do recomendado pelos governos de Dilma e Temer.

Estão prosperando a passos largos e conhecem os princípios da riqueza. Conhecem e praticam algo que as massas ignoram, e colhem os bons frutos. Dentro deste arcabouço de sabedoria com resultados comprovados, há uma ação que qualquer cidadão pode fazer e ajudar o Brasil a sair da crise:

POUPAR DINHEIRO

poupança e investimento

A principal causa do caos econômico que vivemos, herança dos mandatos de Lula e Dilma, advém do excesso de gastos do governo, do estímulo ao consumismo e à enorme oferta de crédito subsidiado via bancos públicos. Simultaneamente, criou barreiras protecionistas às importações, não reduziu impostos, não desburocratizou nem investiu em infraestrutura (no Brasil. Só em Cuba e Venezuela). O PT estimulou a demanda sem contrabalançar a oferta, gerando inflação, desemprego e superendividamento entre a população.

Obras superfaturadas para os eventos da Copa do Mundo e Olimpíadas, portos em Cuba, metrô na Venezuela e obras em Angola e outras ditaduras socialistas feitas com o dinheiro dos pagadores de impostos brasileiros agravaram ainda mais a situação. Sem mencionar os 30% a 40% perdidos no ralo da corrupção.

Enfim, os governos de esquerda instalaram o caos econômico no Brasil com o excesso de gastos públicos e incentivo ao consumismo desenfreado. Aí você me pergunta: por quê poupar dinheiro ajudaria o Brasil a sair da crise? Como eu posso ajudar se ganho e guardo tão pouco? O que eu ganho com isso.

A resposta é simples. Dinheiro é uma mercadoria como outra qualquer, sujeita à lei da oferta e da procura. O principal agente econômico é e sempre será o governo. No Brasil dos últimos 22 anos, os governos se acostumaram a gastar mais do que arrecadam sistematicamente, apesar do aumento da carga tributária de 25% para 46% desde o início do governo de FHC.

Neste caso, ocorre o mesmo com o governo e as finanças pessoais: se as despesas são maiores que os ganhos, é necessário pegar empréstimos bancários para cobrir a diferença. Ao final de 2002, nossa dívida pública era de R$ 800 bilhões. Hoje, chega a R$ 2,6 trilhões. Quatro vezes mais. E com essa voracidade do governo por dinheiro, claro que a demanda por ele aumentará. Soma-se o forte aumento da tomada de crédito pelas pessoas físicas e empresas para compra de bens de capital, imóveis e automóveis.

A sociedade como um todo também fez a demanda por crédito explodir, ao passo que a oferta de recursos por indivíduos e empresas não acompanhou a demanda por dinheiro emprestado. Outrora, investidores estrangeiros aportavam trilhões de dólares em recursos, mas foram afugentados pela instabilidade político-institucional provocada por Dilma e Temer. A fonte dos estrangeiros secou.

E como sabemos o “preço do dinheiro”? Ele se chama Taxa SELIC. Ela é a taxa na qual o (supostamente) melhor pagador da economia, o Governo Federal, toma crpedito com os bancos e pessoas físicas. Por ser (teoricamente) um empréstimo “livre de risco”, ele tem o benefício de pagar a menor taxa de juros.

Mas se o governo federal toma empréstimos com voracidade ao mesmo tempo que cada vez menos pessoas aceitam emprestar para ele, a taxa SELIC aumenta. O excesso de gastos públicos aliados à crise de confiança em nosso país oferece lucros polpudos a quem emprestar para o Poder Público. Aí está o pulo do gato, no qual você ajuda o Brasil a sair da crise e ainda ganha muito dinheiro com baixo risco.

Deixe de comprar aquela roupa, ir àquele bar ou restaurante bacana e deixe aquela viagem para o ano que vem e poupe seu dinheiro. Compre títulos públicos, CDB´s, LCI´s, LCA´s, LC´s e títulos privados e ajude seu país a sair da crise. Vale até investir na poupança, apesar de ser um péssimo investimento.

Toda vez que você deixa de consumir algo hoje e empresta o seu dinheiro para outra pessoa fazer um investimento produtivo ou em bens de capital, você está ajudando o Brasil a superar a crise.

Um dos indicadores mais utilizados pelos economistas é a taxa de poupança em relação ao PIB. Ela explica o porquê de os juros serem tão altos no Brasil. Famílias e empresas de países desenvolvidos poupam de 25% a 30% de seu PIB. Nações emergentes em rápido desenvolvimento como a China e Indonésia mantém o índice em torno de 45%! Isso provê fartura de dinheiro para empréstimos em infraestrutura, máquinas industriais e construção civil.

E o Brasil? Nossa taxa de poupança é de míseros 16%! Metade da norte-americana e um terço da chinesa. Com tão pouca gente querendo emprestar e muitos querendo pegar emprestado, claro que os juros serão altos. Por este motivo você ajudará muito a nação a sair da crise poupando e investindo seu dinheiro. Mesmo que seja 1 real.

Avise ao seu amigo esquerdista que a culpa de os bancos cobrarem juros exorbitantes é do governo gastador do PT que pede muito dinheiro emprestado. E se ele quer que as instituições financeiras lucrem menos, ele que pegue o próprio dinheiro e empreste para o governo, comprando títulos públicos.

Você, empreste ao governo de qualquer maneira. Além de ajudar a reduzir o custo de crédito, ganhará uma fábula de rendimento em juros. Não há país no mundo onde é tão fácil ganhar dinheiro com tão pouco risco como comprando os títulos no Tesouro Direto. Compre seus títulos direto com o Tesouro neste link.

É fato que o brasileiro não têm o hábito de poupar, o qual se mostra tão importante nesse momento. Se cada brasileiro poupasse R$ 1 mil por ano, perfazendo R$ 2 bilhões a cada 12 meses, conseguiríamos reduzir a Taxa SELIC para menos de 6% em quatro anos e um círculo virtuoso seria criado em nossa economia.

  1. Com mais pessoas dispostas a emprestar recursos diretamente para o governo, as taxas cairão devido ao aumento da oferta de recursos.
  2. Com juros menores e maior volume de recursos, a demanda por crédito crescerá ainda mais, reduzindo o custo do dinheiro para o tomador e aumentado o lucro dos bancos devido ao maior valor total emprestado.
  3. Mais aplicadores passarão a receber rendimentos, incrementando seu patrimônio e seu poder de compra. Poupadores e investidores prosperarão, principalmente os menores. Pobres emergirão à classe média e o número de ricos aumentará.
  4. Com o custo do dinheiro reduzido, os tomadores terão sobra de recursos para investir em suas atividades, em inovação, infraestrutura empresarial e contratarão mais, visto que salários e juros geram aumento de demanda.
  5. No fim, todos ganham. Governos e tomadores de empréstimos pagam menos juros e conseguem crédito mais facilmente, o empreendedorismo ganha força, muitos empregos são gerados, a população prospera com mais rendimentos, mais oferta de produtos e serviços e com o aumento de riqueza da sociedade como um todo.

Não se esqueça que o ciclo começa quando você poupa seu dinheiro. Quando a maior parte da sociedade criar a cultura de poupança, o juros cairão e os bancos terão que achar outra forma de lucrar, sem cobrar juros extorsivos.

A mudança na sociedade e a saída da crise que vivemos se acelera quando uma pessoa resolve poupar e investir seu dinheiro ao invés de gastá-lo. Se queremos mudar o Brasil, devemos começar pelas nossas próprias vidas. A economia de um país é o produto da condição econômica de todos os seus participantes. Estamos em crise porque a maior parte dos indivíduos vivem crises econômicas pessoais. Quando as pessoas melhorarem sua situação financeira, uma a uma, voltaremos à rota do crescimento.

Lembre-se que por trás de todas as instituições existem pessoas. “O governo”, “a empresa”, “a igreja”, “o sindicato”, etc, têm pessoas que os dirigem. Tudo que acontece na sociedade tem pessoas por trás.

A direita tem como princípio a solução individual como alavanca para o progresso coletivo. Para tirar o Brasil da crise, resolva sua crise econômica pessoal, se tiver. Se estiver bem, poupe e invista seu dinheiro para ajudar outras pessoas, empresas e governos a resolver as suas. Só assim vamos resolver de vez a crise.

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