Saiba qual será a próxima revolução econômica da humanidade – Parte 1

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A história da humanidade é marcada por revoluções desde o princípio. Saímos da pré-história com o advento da escrita, ao qual se seguiu o descobrimento da roda, do fogo e da agricultura. Cada passo trouxe avanços consideráveis para nossa espécie.

A idade moderna se iniciou com a primeira revolução industrial, a qual incrementou a produção de bens de consumo e barateou seus preços, possibilitando que as massas adquirissem sapatos, roupas e alimentos antes acessíveis apenas aos mais abastados.

A segunda revolução industrial acelerou o processo, com  o advento da linha de montagem e maior automação. Paralelamente, houve maior mecanização da agricultura, liberando a mão-de-obra do campo para trabalhar nas indústrias.

Em 1750, cerca de metade da população se dedicava à produção de alimentos. Mesmo assim, uma enorme parcela de miseráveis passava fome, mesmo nos países desenvolvidos. Atualmente, menos de 10% da força de trabalho atua no setor primário, e a FAO afirma que há alimento suficientes para todos.

Infelizmente, ainda há fome no mundo devido à má distribuição da produção, barreiras alfandegárias, infraestrutura e logística deficientes e corrupção estatal por parte de governantes e burocratas. Assim, pode-se afirmar que hoje a fome se deve a questões políticas.

Com o avanço na agricultura, os esforços se concentraram na indústria no século XX, especialmente no projeto e produção de máquinas, equipamentos, telecomunicações e bens de consumo. Com o advento da força motriz à base de vapor, petróleo e eletricidade, houve enorme ganho de produtividade para todos.

Distâncias foram encurtadas pelo uso de automóveis, embarcações e aeronaves. Viagens as quais duravam meses passaram a ser feitas em horas. Tarefas domésticas ficaram mais simples com o uso de eletrodomésticos, permitindo a emancipação feminina. Houve supressão de grande parte do trabalho perigoso, insalubre e penoso, o qual passou a ser feito por máquinas e o acesso à informação e entretenimento se tornou mais democrático via rádio e TV.

Artigos antes restritos aos mais ricos, como automóveis, geladeiras, lavadoras de roupa e louça, roupas e sapatos, mobiliário, viagens internacionais e alimentação sofisticada se tornaram acessíveis à maioria dos cidadãos. Assim, abriu-se espaço para a próxima revolução: a da informação.

A revolução da informação se baseia na informática, automação e capacidade computacional. Seu trunfo consiste na rapidez e agilidade na produção e circulação de informações, possibilitando que qualquer indivíduo a produza e publique. A internet consiste em seu principal símbolo, pois abalou as estruturas da sociedade industrial.

Assim como as máquinas a vapor e petróleo encolheram a população empregada no campo, a automação está fazendo o mesmo na indústria. Processos fabris que outrora empregavam dezenas de trabalhadores necessitam de pouquíssimos, mas qualificados.

Os bens de consumo e capital necessários para as atividade humanas serão produzidos em maior quantidade e qualidade, empregando um contingente de trabalhadores cada vez menos, mais qualificado e bem pago.

Mas para onde irão os demais? Ficarão desempregados? Passarão fome?

A resposta reside na nova revolução econômica,a  qual está apenas começando.

Confira na próxima parte clicando aqui.

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