jose de abreu gestapo petista

Movimentos sociais: a versão petista da Gestapo

Toda ditadura totalitária de esquerda possui ou possuía sua polícia político-ideológica: os soviéticos com a NKVD, depois transmutada em KGB e os nazistas tinham a Gestapo (Geheime Staatspolizei, ou polícia secreta do estado), além de um exército encarregado de combater e exterminar adversários políticos, a famosa SS (Schutzstaffel, ou tropa de proteção), liderada por Heinrich Himmler. Apesar dos nomes pomposos, sua função precípua era perseguir adversários do regime.

Outra característica destes regimes residiam no controle da mídia e forte esquema de propaganda estatal, visando à difusão da ideologia dos líderes esquerdistas. O propagandista mais famoso foi Joseph Goebbels, responsável pela divulgação do nacional-socialismo de Hitler.

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E o que isso tem a ver com o PT e a esquerda brasileira?

Todos sabem que a esquerda brasileira atual, a qual cresceu e se desenvolveu a partir dos anos 50, se inspirou em ideais comunistas e socialistas para compor seu conteúdo programático. Procura reproduzir todas as características dos regimes totalitários, especialmente o comunismo que ainda sobrevive em Cuba e na Coreia do Norte.

Além da absoluta falta de liberdade e propriedade estatal de todos os meios de produção (inclusive as pessoas), a forte repressão aos opositores, controle absoluto da mídia e existência de polícias políticas são fatores imprescindíveis de qualquer ideologia de esquerda, mesmo sob democracias.

Com a queda do comunismo e a derrota da revolução armada na América Latina, a esquerda passou a adotar a estratégia fabiana da ocupação de espaços na sociedade e sua implantação  pela via cultural, como ensinou Antonio Gramsci. Ela consiste na alteração da cultura e implantação de paradigmas socialistas nas escolas, TV, filmes e via narrativas. A esquerda trabalha para colocar a consciência coletiva dentro de caixas criadas por ela. Para manter e reforçar sua hegemonia cultural, precisa de uma patrulha ideológica para reprimir ideias contrárias e opositores.

Com esse objetivo, a esquerda  brasileira criou os movimentos sociais.

Com a ocupação dos espaços sociais, como sindicatos, universidades, igrejas e associações profissionais, a polícia política-ideológica da esquerda se fortaleceu, reforçada com o apoio da mídia cooptada por verbas bilionárias de publicidade estatal. Jornalistas recebem verbas e apoio governistas para defender aliados do governo, por pior que seja seu caráter e ações, ao mesmo tempo que ataca opositores, mesmo que não tenham cometido nenhuma ilegalidade, pura e simplesmente por discordar do estabilishment.

Os movimentos racialista, feminista, ambientalista, LGBT, pró-aborto, pró-drogas, MST, MTST, CUT, UNE, UMES e muitos outros foram criados originalmente para defender minorias de forma legítima, mas após 2003 passaram a atuar como polícia político-ideológica do partido no poder, em troca de cargos e dinheiro.

Passaram a ser a versão petista da Gestapo e seu braço armado, o MST e MTST, equivale à SS de Hitler. João Pedro Stédile é o Heinrich Himmler marxista.

João Santana, o marqueteiro preso na Lava Jato e responsável pela questionável vitória de Dilma nas eleições de 2014, faz o papel de Joseph Goebbels no governo do PT.

Os movimentos sociais abandonaram suas causas originais e passaram a agir seletivamente, mesmo diante de fatos idênticos. Caso um dogma vendido pelos marxistas fosse quebrado por um opositor, este deve ser combatido impiedosamente. Curiosamente, um governista que cometa o mesmo deslize receberá o silêncio ou será protegido pela patrulha. Milhares de exemplos podem ser dados.

feministas

Um exemplo pode ser dado em uma fala dada por Jair Bolsonaro em uma entrevista, na qual afirmava que, após conversa com empresários, afirmou que estes acreditam que as mulheres ganham menos por dispor de mais benefícios sociais, como licença-materninade e aposentadoria cinco anos antes dos homens.

A Gestapo petista, mais especificamente o movimento feminista, logo distorceu suas palavras afirmando que o deputado disse que “mulher merece ganhar menos porque engravida”. Uma fala com o objetivo de abrir o debate sobre a revisão dos direitos trabalhistas acabou transformada em “ataque machista”, apenas por ter sido emitida pelo maior opositor do projeto de poder atual.

O contraponto é uma fala de Lula, em uma ocasião em que defendia a permanência de seu partido no poder. Disse que “as mulheres de grelo duro” de seu partido lutariam por ele. Em outro momento, afirmou que uma componente de seu partido, que era investigada pela Lava Jato, foi alvo de ação da Polícia Federal, executada por cinco agentes do sexo masculino. Ressaltando a condição de solteira da petista, disse que “ela recebeu um presente de Deus, ao receber cinco homens em sua casa”.

Neste caso, por se tratar do principal ídolo da esquerda brasileira, o movimento feminista silenciou. Pior ainda, deputadas como Jandira Feghali e Maria do Rosário saíram em sua defesa, afirmando que “o povo deve dar um desconto a Lula pelo seu linguajar mais popular” e “deve passar batido pelo o que ele já fez pelas mulheres”.

Em consonância com as ditaduras totalitárias que apoiam, agem com dois pesos e duas medidas. Seguem um ensinamento de Maquiavel: aos amigos do rei os favores, aos inimigos o rigor da lei.


Considerando todo o estado de coisas no Brasil atual, com grave crise econômica, desemprego, inflação, corrupção endêmica e toda a sorte de pragas, o povo se encontra indignado com os governantes de forma generalizada, dos mais ricos aos menos favorecidos, de vereadores à Presidente da República. Como forma de protesto, sempre que governistas ou apoiadores da situação comparecem a estabelecimentos como restaurantes caros, bares, shows e eventos públicos, são hostilizados pela população indignada.

Com o intuito de proteger aquele que os paga, a mídia e os jornalistas propagam as notícias de forma sempre favorável ao PT e seus aliados. Veja alguns exemplos:

PETISTAS HOSTILIZADOS EM RESTAURANTES

Guido Mantega, o desastrado ministro da Fazenda do primeiro governo de Dilma, foi hostilizado por populares em um restaurante caro em São Paulo junto com sua esposa, a qual não se envolveu na discussão. Jornais, televisão e a patrulha politicamente correta rapidamente saíram em sua defesa, alegando “ódio e intolerância” da “elite branca” e machismo contra a companheira de Mantega.

Ontem à noite, o ator global apoiador do governo José de Abreu foi hostilizado em um restaurante na zona sul do Rio de Janeiro, respondendo aos questionamentos com uma cusparada em um casal com quem discutiu, atingindo o marido e a esposa. A polícia ideológica esquerdista não só incentivou a atitude, como nenhuma acusação de machismo foi lançada.

AGRESSÕES FÍSICAS ENTRE PARLAMENTARES

Mais uma vez o inimigo número 1 do estabilishment governista: Jair Bolsonaro. Em um evento da chamada “Comissão da Verdade”, houve uma visita ao antigo quartel do DOI-Codi no Rio de Janeiro, na qual houve a visita diversos parlamentares. Houve um incidente entre o deputado conservador e Randolfe Rodrigues, do PSOL no qual ambos trocaram empurrões entre si e trocaram farpas. A mídia noticiou o fato como se Bolsonaro fosse o agressor e tivesse “dado um soco” em Randolfe e a patrulha do politicamente correto tomou o seu lado, afirmando que não se admite agressão física em hipótese alguma.

Na votação do impeachment, novamente Jair Bolsonaro fez seu discurso invocando o Cel. Brilhante Ustra, provocando a ira dos governistas. Após seu discurso, Jean Wyllys deu uma cusparada em Bolsonaro e fugiu, após ser afastado por Eduardo Bolsonaro. O circuito interno de TV da Câmara dos Deputados registrou o incidente. Jean Wyllys afirmou ter sido  chamado de “queima-rosca” e “viadinho” e que foi puxado pelo braço.

Um especialista em leitura labial fez uma perícia e constatou que Bolsonaro falou para o psolista “tchau, querida”, “vai para Cuba” e “tá nervoso, tá?” ao que ele disse para Chico Alencar, líder de seu partido “vou cuspir”, “vou cuspir no Bolsonaro”. E cuspiu. Tentou partir para cima de Jair e foi barrado por Eduardo, e depois fugiu. Bolsonaro afirmou que não vai pedir sua cassação, mas seu partido (PSC) fez a representação em nome dele.

Resumindo: a Gestapo petista, patrulha responsável pela defesa da ditadura do politicamente correto, sempre agiu favoravelmente ao governo incondicionalmente. Apesar de Jean Wyllys ter iniciado o ataque físico ao seu rival, apoiou sua atitude, contrariando a afirmação feita no incidente no DOI-Codi no Rio de Janeiro. Novamente, dois pesos e duas medidas.

Posso citar centenas de situações similares, mas acredito que o leitor compreendeu o modus operando dos movimentos sociais como equivalentes da Gestapo em sua encarnação petista/esquerdista. Os intelectuais criam dogmas como a luta de Dilma pela democracia contra a tortura dos militares, obviamente mentiroso e parcial, e o incutiram no senso comum. Stalin, Hitler, Mussolini, Mao e Fidel Castro se utilizam do mesmo estratagema.

Uma vez criado o paradigma, com a mente coletiva dentro da caixa marxista, é necessário um exército ideológico e até armado para defender suas ideias. Mascarados sob embalagens agradáveis, como defesa de minorias, do meio ambiente, dos trabalhadores, dos estudantes e dos desfavorecidos, escondem sua verdadeira função de impor o politicamente correto e combater qualquer um que pense fora da caixa esquerdista. Essa é a função dos movimentos sociais.

Buscando o sonho de se equiparar ao comunismo, e por tabela ao nazismo e fascismo, o PT criou a sua Gestapo: os movimentos sociais; sua SS: o MST e MTST com seu Heirich Himmler: João Pedro Stédile; e implantou seu controle de imprnsa e publicidade estatal com seu marqueteiro: João Santana, o Joseph Goebbels vermelho. Sempre colocando o partido acima do povo e da Pátria.

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3 ideias sobre “Movimentos sociais: a versão petista da Gestapo

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