chora petista

Quem são aqueles que ainda apoiam o PT

No discurso, o PT diz que tira dinheiro dos ricos para dar aos pobres. Na prática, tira dos pobres para dar aos ricos.
Os pobres já descobriram a farsa na prática, com o desemprego, endividamento e poder de compra corroído pela inflação e juros altos. Dificilmente vão se deixar enganar de novo.
O alienado médio que ainda apoia o PT ganha mais de R$ 3 mil por mês, tem menos de 35 anos, só anda de carro, tem casa própria, consome produtos caros, frequenta restaurantes, é branco, heterossexual, tem curso superior, empregada ou diarista, e não teme o desemprego por ser empresário ou funcionário público.


GOVERNISTAS E OS POBRES
Afirma defender os pobres, mas conta nos dedos de uma mão as vezes em que entrou em um bairro de periferia. Critica a violência policial, eventualmente com razão. Mas usa todos os sofismas e firulas possíveis para justificar os crimes cometidos por traficantes e marginais contra o povo humilde da comunidade e inverte os conceitos de bandido e vítima. Defende criminosos alegando que entraram nesse círculo por falta de oportunidades. Um argumento que cai por terra com a constatação abaixo.
O esquerdista de classe média e alta ignora o fato de que a maioria dos pobres é honesta e batalhadora, acordando às 5 horas da manhã, inclusive em fins de semana e feriados, trabalha duro o dia todo, enfrenta conduções lotadas para ganhar um baixo salário.
Ao retornar aos seus lares à noite, são achacados pelos traficantes, os quais exigem propina para “garantir sua segurança” e fazem exigências absurdas, como faze compras apenas no mercado da comunidade, de propriedade dos próprios, com preços dobrados, e/ou toque de recolher às nove na noite. Em caso de desobediência, a punição pode ser a pena de morte.
Com muito suor, compram uma TV de tela plana ou um smartphone em parcelas a perder de vista. Se o tráfico tiver interesse no bem, inventará qualquer pretexto para roubá-lo do cidadão de bem, que perderá tudo para os bandidos. Para jovens e adolescentes, ser honesto é um desafio colossal, pois o assédio e intimidação dos “soldados do tráfico” exige extrema força de vontade para ser combatida. Imagine a tentação para um menino pobre ter de andar de tênis furado e roupas surradas enquanto os aliciados pelos traficantes usam calçados de mil reais, roupas de grife, correntes de ouro e prata e outros bens de luxo.
Enquanto o honesto e estudioso encara transporte público lotado, o “vida louca” tem carros e motos possantes à disposição. As meninas que se envolvem com os traficantes recebem um vida de luxo, com roupas e bolsas de grifes internacionais e as melhores festas e viagens. Os jovens que vivem uma vida correta, de trabalho e estudo, são chamados de “trouxas”, “otários” e ouvem que ser honesto não compensa. Em caso de alguém comprar algum bem com o próprio dinheiro, eles o roubarão imediatamente.
Os “soldados do tráfico” dizem que os laboriosos estão “jogando a vida no lixo” e fazem de tudo para humilhar e rebaixar os que andam na linha. Pela natureza da atividade criminosa, raramente vivem mais que 25 anos, mas fazem de tudo para levar tantos quanto puderem, com chavões do tipo “prefiro viver como um leão por um ano a cem como um cordeiro (frase de Benito Mussolini)” e destroem muitas famílias com esse lema. Mas querem fazer os demais acreditarem que vale a pena.
Para piorar, a cada dois anos enfrentam o assédio de políticos inescrupulosos que fazem promessas que não pretendem cumprir apenas para angariar votos e depois sumir por quatro anos. Geralmente, esses figurões são apoiados por estudantes de classe média que moram em bairros nobres e vivem no conforto, mas se apresentam como os únicos com moral para resolver os problemas sociais.
A maioria desses universitários nunca trabalhou, faz uso frequente de entorpecentes, é sustentada pelos pais e tem como principal atividade a militância política em partidos de esquerda, defendendo ideologias escusas sem escrúpulos. Prometem ações para melhorar a vida das pessoas, mas só trazem mais problemas, posto que atuam junto com os traficantes em prol dos políticos.
A maior luta dos menos é enfrentar a pobreza sem ceder à tentação de melhorar de vida sem ceder aos apelos do tráfico e dos políticos, além de suportar todos os achaques e humilhações que estes impõem. Então concluímos que:
A VERDADEIRA VÍTIMA DA SOCIEDADE É O POBRE HONESTO E TRABALHADOR, QUE TEM SEUS DIREITOS VIOLADOS POR CRIMINOSOS, E TEM SUA LIBERDADE E O FRUTO DO SEU SUOR ROUBADOS POR TRAFICANTES E BANDIDOS.

GOVERNISTAS E OS NEGROS
O petista remanescente exalta a luta dos negros por igualdade de direitos, mas quer tirar sua liberdade de escolha política. Como se acha o monopolista da moral, acredita que sabe melhor que os próprios de que lado ficar (o deles) e deseja obrigá-los a ser petistas/psolistas. Não compreende que a batalha de Nelson Mandela e Martin Luther King foi para que seu povo fosse livre para votar em quem quiser, sem compromisso algum com ideologias de esquerda, as quais nada lhes deve.

GOVERNISTAS E OS LGBT
Dizem combater a discriminação contra homossexuais e apoiar o movimento LGBT, mas fazem isso chamando seus opositores de “gays enrustidos”,  pedindo para que eles “saiam do armário”. Ou seja, eles lutam contra a homofobia com ataques homofóbicos aos seus adversários. Por outro lado, se mostram altamente tolerantes quando os ataques são feitos por políticos governistas como Lula, o qual afirmou certa feita que a cidade de Pelotas (RS), era um “pólo exportador de veados”. Silêncio absoluto. Nenhum protesto.
De forma velada ou inconsciente, se utilizam de autodepreciação de sua condição para fazer militância, mesmo com a discordância da maioria da comunidade. Tentam coletivizar o pensamento dos homossexuais, como se todos tivessem a mesma posição somente por ser gays, pressupondo que a sexualidade suprime todos os outros aspectos pessoais e a individualidade de cada ser humano. Novamente, mais uma tentativa de subjugar uma minoria à ideologia de esquerda porque esta supostamente os defende e sabe o que é melhor para ela.
Muitos gays preferem ser discretos e se comportar normalmente, guardando para seu círculo íntimo o que faz na vida privada. Preferem não chamar a atenção nem confrontar, pois sabem que são respeitados pelo seu caráter, tornando a postura vitimista desnecessária. São ignorados ou perseguidos pelo movimento LGBT por não se curvarem às suas exigências.
Outros, ainda, sofrem muito com sua condição e decidem deixar de ser homossexuais, com ou sem ajuda profissional. Algo que deveria ser uma escolha pessoal se torna um carma, pois os ativistas consideram o fato de um gay virar heterossexual a afronta máxima. Estes costumam ser perseguidos ferozmente e precisam começar suas vidas do zero, pois os riscos de se permanecerem no meio são enormes, incluindo agressões físicas. Uma das partes mais tristes do movimento LGBT consiste em lutar contra a discriminação ao mesmo tempo de discrimina aqueles que querem ser ou se tornam heterossexuais.
Homossexuais têm uma infinidade de anseios e aspirações, muito além do que ocorre entre quatro paredes. São empresários(as), estudantes, profissionais, donos(as)-de-casa, pais e mães e tudo mais. Se preocupam com a corrupção no governo, segurança pública, saúde, educação, enfim, tudo o que interessa à sociedade com  um todo.
Esquecer a personalidade global e querer limitar o universo que é um indivíduo apenas à orientação sexual é algo muito cruel, perdendo apenas para a “obrigação” de ser de esquerda. A luta contra a descriminação serviu para que os gays sejam livres para votarem em quem quiserem, e também não devem nada ao PT/PCdoC/PSOL. 

GOVERNISTAS E AS MULHERES
Governistas defendem o movimento feminista, que diz lutar por igualdade, mas sua pauta se baseia exclusivamente na degradação moral da mulher. Legalização do aborto e da prostituição, estímulo à promiscuidade sexual e ao comportamento vulgar, intolerância às religiões e defesa seletiva de causas pró-governos de esquerda são algumas de suas principais pautas. De todas, a mais nociva ainda é o ataque à família tradicional, o maior bastião de proteção à mulher.
Ao invés de estimular a melhora no comportamento de ambos os gêneros, pretendem combater o machismo incitando as meninas a copiar os comportamentos masculino mais vis. Nivelando por baixo mesmo. Pretendem destruir a rede de proteção social às mulheres e crianças, chamando de “empoderamento feminino” condutas que as deixam socialmente vulneráveis, especialmente as mães solteiras. Ao negar a participação masculina em suas vidas e de seus filhos, promovem famílias disfuncionais, em sua maioria, perpetuando os problemas que levam à desagregação social.
O movimento feminista é um fracasso retumbante porquanto estimula a luta de classes. Mulheres e homens são aliados e não inimigos, possuindo direitos iguais, mas diversidade de funções e preferências, atuando de maneira complementar e não concorrente. Enquanto não compreenderem que os sexos devem cooperar entre si, se ajudando e respeitando mutuamente, não trarão benefício real às mulheres.

 

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